As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

SEGUIDORES

MEMBROS DO GOLP

MEMBROS DO GOLP
FOTO DE ALGUNS MEMBROS DO GOLP

GOLP

GOLP
Com o escritor Ignacio Loyola Brandão

GOLP

GOLP
Reunião na Biblioteca
Mostrando postagens com marcador Escritores amigos - Armando Alexandre dos Santos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escritores amigos - Armando Alexandre dos Santos. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de outubro de 2018

Abertura da FLIPIRA 2018 e palestra de Armando Alexandre dos Santos

Palestrante da noite: o historiador, jornalista e escritor Armando Alexandre dos Santos












Adicionar legenda












domingo, 29 de outubro de 2017

Bate-papo sobre a vida e a obra de Machado de Assis

Palestra que integra a programação da 2a edição da FLIPIRA - Festa Literária de Piracicaba
Palestrantes Irineu Volpato e Armando Alexandre dos Santos sendo apresentados por João Athayde

Irineu Volpato

Armando Alexandre dos Santos


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Começa hoje a 2a Flipira de Piracicaba



Hoje começa a FLIPIRA com a palestra "CAMÕES E A JUVENTUDE ATUAL", às 19h30, na Biblioteca Municipal de Piracicaba.
Reservas pelo telefone (19) 9 8345 6461.

 Evento gratuito.
O palestrante Armando Alexandre dos Santos é 
escritor, jornalista, historiador, doutor pela Universidade de Alicante - Espanha, integrante do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Academia Portuguesa de História, Academia Piracicabana de Letras entre outras entidades.

Flipira no G1

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

CONVITE

Convite enviado pelo jornalista e escritor Armando Alexandre dos Santos




Academia Fides et Ratio - AFR
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB

Programa do Simpósio
São José de Anchieta, Apóstolo do Brasil e artífice da nacionalidade.

Edifício João Paulo II, Rua Benjamin Constant 23, Glória, Rio de Janeiro.

18 de março de 2015

Abertura
09h00min –     Abertura do evento pelo Presidente da AFR, Pe. Aníbal Gil Lopes e pelo Vice-Presidente do IHGB, Victorino Coutinho Chermont de Miranda: Exposição dos motivos e objetivos do Simpósio.

Mesa redonda: Contribuição civilizatória de São José de Anchieta.
09h30min –     Presidente da Sessão: Pe. Aníbal Gil Lopes, AFR, ANM.
            Secretário da Sessão: Victorino Coutinho Chermont de Miranda, AFR e IHGB.

09h40min –     José Arthur Rios, AFR e IHGB: José de Anchieta, o Apóstolo santo.
10h00min –     Embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa, IHGB: Anchieta: presságio e   paradigma da comunidade iberoamericana.
10h20min –     Gabriel Augusto de Mello Bittencourt, IHGB: Recriando as trilhas de Anchieta e dos jesuítas no Brasil e no Espírito Santo.
10h40min –     Mário Fernandes Correia Branco, UFF: As cartas dos primeiros jesuítas e as estratégias de conversão dos gentios: o caso de São José de Anchieta.
11h00min –     Pedro Afonso Karp Vasquez, IHGB: Anchieta cronista.

11h20min –     Debatedores: Pe. Pedro Magalhães Guimarães Ferreira, SJ, AFR; André Marcelo Soares, AFR; Anna Maria Moog Rodrigues, AFR.

12h00min – Intervalo para almoço.




Mesa redonda: São José de Anchieta:
as ciências, letras e artes a serviço do Evangelho.

14h00min –     Presidente da Sessão: Arno Wehling, Presidente do IHGB.
                        Secretária da Sessão: Vera Rudge Verneck, AFR

14h10min –     Armando Alexandre dos Santos, IHGB e IHGSP: Eduardo Prado e a comemoração do terceiro centenário anchietano em São Paulo.
14h30min –     Eduardo de Almeida Navarro, USP e IHGSP: A tradução anchietana do catecismo católico para o tupi e suas adaptações à realidade cultural dos índios brasileiros.
14h50min –     Cleonice Berardinelli, ABL: A obra literária de São José de Anchieta.

15h10min –                           Intervalo

Conferência

15h30min –     Miguel Corrêa Monteiro, Universidade de Lisboa, IHGB: O Padre José de Anchieta e a ação evangelizadora da Companhia de Jesus no Brasil.

16h20min –     Debatedores: Edivaldo Machado Boaventura, IHGB; Gustavo Miguez de Mello, AFR; Cecília Mollica, AFR.

17h00min –     Celebração eucarística.

*    *    *

Não poderão estar presentes, mas suas colaborações, enviadas por escrito, serão incorporadas ao volume a ser publicado com os textos de todos os colaboradores:

Ives Gandra da Silva Martins, Universidade Mackenzie e IHGSP: Anchieta e Nóbrega na fundação de São Paulo – O projeto português para o Brasil.

Damásio Evangelista de Jesus, CJDJ e IHGSP: A fundação e os primeiros tempos de São Paulo, numa carta de São José de Anchieta a Santo Inácio de Loyola.

Ricardo Luiz Silveira da Costa, UFES e IHGSP: As raízes medievais do Auto de São Lourenço.

Gilberto Callado de Oliveira, UNIVALI e Escola de Aperfeiçoamento do Ministério Público: Jusnaturalismo e tribalismo no marco evangelizador de São José de Anchieta.

Maria Ascenção Ferreira Apolônia, IHGSP: Nos versos e diálogos de Anchieta, a arquitetura de uma Nação.

Jorge Pimentel Cintra, USP e IHGSP: Anchieta, sua catequese e o problema dos valores culturais.

Alberto Luiz Schneider, PUC-SP e IHGSP: Charles Boxer e a historiografia sobre Igreja Ibérica na Era Moderna: Anchieta e a conversão dos gentios.

Pe. José Carlos Brandi Aleixo, SJ, IHGB: Título a ser definido.

Inscrições: Participação gratuita, condicionada ao limite de 30 participantes devido ao tamanho do auditório. Será fornecido atestado de participação. Inscrição através do e-mail: anchietasj@hotmail.com


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Poesia ao Vento no SESC teve como convidado Armando Alexandre dos Santos


Leda Coletti, Cassio e Ivana Negri, Armando Alexandre dos Santos, João Athayde, Madalena Tricânico, Carmen Pilotto, Silvia Oliveira e Irineu Volpato
Uma divertida exposição no SESC sendo bastante apreciada pelos escritores presentes.
Momentos de descontração antes da palestra ministrada pelo acadêmico Armando Alexandre dos Santos sobre  a vida e a obra de Brasílio Machado
 Carmen e Ivana
Silvia e Irineu
Armando Alexandre
Carmencita
Cassio Negri se divertindo
Carmen e seu novo amigo
Athayde também curtindo fiscalizado por Irineu
Leda Coletti e o garoto das flores
Vista geral da exposição "BOTEQUIM" que vale a pena ser visitada
Carmen e Cassio


domingo, 10 de junho de 2012

Que livro você está lendo?

Armando Alexandre dos Santos é membro da Academia Piracicabana de Letras e  editor da Revista da APL


Estou lendo, ou melhor, estou saboreando com gosto o livro “Magia e poder no Império Romano – A Apologia de Apuleio”, de autoria da minha amiga e professora Semíramis Corsi Silva (Editora Annablume/Fapesp, 2012, 224p.).
Apuleio de Madaura, mais conhecido por sua obra famosa “O asno de ouro”, era um orador e filósofo médio-platônico que vivia no século II d.C. na cidade africana de Oea. Ali se casou com Pudentila, viúva que possuía patrimônio bastante considerável. Terá sido um casamento por amor, ou por interesse, no melhor estilo do popularmente conhecido “golpe do baú”? Isso não fica inteiramente claro, a partir das fontes históricas disponíveis. O fato é que os parentes do primeiro marido de Pudentila moveram um rumoroso processo contra Apuleio, acusando-o de práticas mágicas, conduta criminosa pela legislação do Império. Por trás da acusação de caráter religioso estavam presentes, notoriamente, interesses de tipo econômico e político.
Apuleio, retórico de invejável cultura, habituado às práticas processuais e aos debates jurídicos da época, defendeu-se por meio de sua Apologia, na qual sustentava que as formas de magia de que era acusado nada continham de contrário à lei.
A autora analisa com cuidado o documento produzido por Apuleio, contextualizando-o devidamente e traçando um quadro bem articulado da elite local, com suas práticas culturais e religiosas, com seus hábitos de vida. Trata-se de uma análise muito rica e em extremo interessante, sem embargo do rigor científico e historiográfico.
“É fascinante percebermos que o livro de Semíramis Corsi Silva possui um toque de investigação policial associado com o rigor metodológico da pesquisa histórica”, ressaltou no prefácio da obra a Profa. Margarida Maria de Carvalho, que foi a orientadora de Semíramis no seu mestrado.

De fato, é livro que vale muito a pena ler. Interessa não somente a estudiosos da História, mas ao públicoem geral. Os pedidos podem ser feitos à editora, pelo site www.annablume.com.br



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Boa literatura em blogs e e sites... Por que não?


Armando Alexandre dos Santos

Tenho em mãos, e estou saboreando aos poucos, gota a gota, um precioso livro que me foi mandado pelo mestre e amigo Renato Alessandro dos Santos, coordenador do curso de Letras do Centro Universitário Claretiano, de Batatais. Intitula-se “Mercado de Pulgas: uma tertúlia na Internet” (Editora Multifoco, Rio de Janeiro, 2011, 270 pgs.). Nele, encontra-se reunida uma seleção de postagens que efetuou em seu site www.tertuliaonline.com.br, nos últimos anos.
Durante muito tempo, desde meados do século XIX até certa altura do século XX, debateu-se muito se Literatura era algo possível de existir na velocidade – que àquele tempo parecia já vertiginosa – da produção de textos jornalísticos. A pressa com que se devia, a cada 24 horas, fechar a edição de um jornal, seria consentânea com os nobres vagares da elaboração literária, que durante milênios se firmara como assente? A produção quase em série de textos, numa velocidade que fazia lembrar a famosa linha-de-montagem fordiana, permitiria um burilamento e um controle de qualidade sobre o que se escrevia e rapidamente se imprimia?
Por outro lado, a rapidez extrema com que, no jornalismo impresso, as novas notícias envelheciam e se desatualizavam, fazia com que também dificilmente um texto pudesse ser apreciado, reapreciado, saboreado aos sorvos (mais ou mesmo como estou fazendo com o livro do Renato) e, assim, adquirissem certo caráter de permanência e atemporalidade, indispensável para que pudesse ser, em algum tempo, mimoseado com o prestigioso e ambicionado epíteto de “clássico”. As produções escritas tornavam-se, por força das circunstâncias, efêmeras, quase descartáveis, e isso parecia não combinar, de modo algum, com o que sempre se entendera por literatura.
No entanto, nas entranhas mesmo desse impiedoso processo produtivo tão compressor e massificador, curiosamente estava sendo gestado um gênero literário novo, típico da época e que hoje já se encontra inteiramente assimilado e reconhecido nos moldes da literatura. Refiro-me à crônica, gênero de texto rápido, diário, ambíguo e polivalente, que diz tudo e nada diz, que, quando bem feito, atrai e convida à reflexão e à crítica, e que tem, ademais, o condão de quase viciar um leitor. Quem conseguia, nos velhos tempos, abrir o Estadão sem procurar logo as deliciosas crônicas diárias de L. M. (Luís Martins), sucessor de outro brilhante cronista que, no passado, marcara época e deixara saudades, V. Cy (Vivaldo Coaracy)? E quem, ainda hoje, em Rio Claro ou Piracicaba, deixa de ler diariamente as crônicas sempre vivas e sugestivas do meu amigo Jaime Leitão?
Hoje, a crônica constitui um gênero literário inteiramente aceito. Neste ano, já o Prêmio Escriba, da Prefeitura Municipal de Piracicaba, contemplou essa categoria literária, que será alternada com as de Poesia e Contos. Foi uma sugestão minha essa inovação, e com alegria e surpresa foi aceita sem resistências... Imaginei que houvesse reações, mas não houve. Os estudos preliminares foram feitos, uma lei municipal chancelou a ideia e agora o Prêmio Escriba de Crônicas é uma realidade. A poetisa e escritora Ivana Maria França de Negri foi a piracicabana mais bem colocada na primeira edição do concurso. Ainda neste mês deve receber seu merecido prêmio.
Quando começaram a se generalizar os blogs, também não faltaram pessimistas que viram, na novidade, o toque de finados para a Literatura... A velocidade vertiginosa dessas publicações on-line lhes parecia, realmente, de todo em todo incompatível com a serenidade que habitualmente se espera de um sisudo e bem comportado profissional das Letras...
Pois agora o meu amigo Renato, profissional das Letras, literato e mestre de Literatura, não sisudo, mas brincalhão e bem-humorado, vem demonstrar que, nas velocidades espantosas do teclado e da cibernética também é possível escrever com talento, com bom gosto, com profundidade de pensamento e de análise.
Seu livro é manifestação evidente disso. Nele lemos contos, crônicas, textos poéticos, entrevistas, análises futebolísticas (esqueci de dizer que o Santos Futebol Clube é, quase, a religião do Renato...), comentários cinematográficos (outra grande paixão do autor), considerações sobre Gastronomia e Culinária, sobre Música, sobre Literatura (que afinal de contas é a especialidade do autor). E, dando um charme especial ao conjunto, alguns textos tocantes sobre seu filho Théo e sobre a grande mulher e mãe exemplar que é sua esposa Sílvia Renata.
Detenho-me por aqui, convidando o leitor a procurar na Internet o próprio site do Renato, ou a encomendar, à editora Multifoco (Av. Mem de Sá, 126, CEP 20230-152, Rio de Janeiro-SR), um exemplar do livro.