As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

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Com o escritor Ignacio Loyola Brandão

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Reunião na Biblioteca

sábado, 5 de dezembro de 2009

Mamãe Noel

MAMÃE NOEL
Maria Emília de Medeiros Redi

Desde o mês de novembro, ela preparava a casa para as festividades do Natal.Não media esforços para que tudo transcorresse maravilhosamente bem naquela Noite Especial! Saía às compras... Teria que atender a todos, e apesar de não ser, sentia-se a própria " Mamãe Noel "! Então... em uma Noite de Natal... Depois da ceia, que ela havia preparado com todo esmero, chegara a hora da distribuição dos presentes ...Distribuiu-os, um a um, a cada membro de sua família. Todos ficaram muito felizes!Quando os presentes foram entregues, com o maior carinho e amor, ela acomodou-se na poltrona macia, à espera do seu presente - que não veio!..Cada familiar foi se retirando para dormir, sem ao menos lhe dar um - FELIZ NATAL! de boa noite !Ela, que tanto fizera para que tudo fosse perfeito e maravilhoso, ficou só e pensativa... Afinal, o seu maior presente era a ALEGRIA da FAMÍLA !!

A minha praia

(Paúba 2009)
A minha praia
Ivana Maria França de Negri

Todos os anos, há exatos 24, vou com minha família, sempre na primeira semana de dezembro, para um local muito agradável, a praia de Paúba.
É uma pausa deliciosa e reconfortante antes da correria das compras de Natal e das festas de final de ano. Nem tanto é para descanso do corpo, mas é a mente que tira férias.
Essa região litorânea, toda cercada de coqueiros, é bem do meu gosto. Ladeada por montanhas pedregosas da serra, areias fofas e claras, e o mar de um verde intenso.
Perambulam pela praia vários vira-latas amigos que gostam de nos acompanhar nas caminhadas matinais ou vespertinas. Muitos deles de olhos bem azuis, talvez obra de algum husk siberiano namorador que emprenhou as cadelinhas da vila de pescadores, ali próxima.
Nos quintais dos aconchegantes chalés, mansos gatos de cores e tamanhos variados esperam um carinho ou um pires de leite. Pressentindo que gosto de animais, eles se postam na porta do meu chalé diariamente.
A praia, à tardinha, apresenta um espetáculo maravilhoso. Um mágico pôr-do-sol que se reflete nas águas, prateando-as intensamente, até quase cegar-nos a vista, de tanto brilho.
Logo anoitece e uma aura de paz recai sobre o lugar. Centenas de pássaros refugiam-se em seus ninhos numa algazarra barulhenta, que recomeça bem cedo no dia seguinte.
Longe dos telefones, do trânsito infernal e dos computadores, a gente se esquece da correria e fica usufruindo a paisagem, o cheiro de maresia e o sol. Borrachudos picam dolorido, mas é só não esquecer de levar um bom repelente e o problema está resolvido.
Lembro-me com saudade das primeiras vezes que íamos, levando na bagagem mamadeiras, fraldas, chupetas, baldinhos, pazinhas e bóias infláveis. Ecoam em meus ouvidos os gritinhos felizes das crianças ainda pequenas. E como elas crescem muito rapidamente, logo a bagagem já era outra: aparelho de som, fones de ouvido, violão. Começamos a levar os amigos deles, depois seus namorados e namoradas.
E o tempo não dá tréguas e continua em seu ritmo veloz...
Neste ano, levamos conosco a pequena Ana Clara. Seus olhinhos azuis maravilharam-se com a imensidão das águas em seu eterno marulhar. Os pezinhos rechonchudos afundavam na areia morna e ela dava gritinhos de alegria.
Mais maravilhada ainda, fiquei eu, presenciando aquelas cenas ainda nítidas em minha memória. Foi assim com meus filhos e agora com meus netos, e num futuro mais distante, com os filhos dos meus netos, quando talvez eu não esteja mais presente fisicamente para me encantar com esses pequenos eventos corriqueiros, que fazem parte da vida, mas que se tornam grandiosos e eternos quando vistos através dos olhos da alma.
As pequenas férias terminaram, um oásis de paz em meio à avalanche de compromissos desta época do ano. Mas ano que vem tem mais! Se Deus assim o quiser.

Exposição de textos natalinos ilustrados

A Padaria Do Lar, situada na rua Boa Morte, entre as ruas D. Pedro e Ipiranga, abriu espaço para uma exposição de textos natalinos ilustrados durante o mês de dezembro. Os grupos literários já organizaram exposições de textos ilustrados, com os mais diversos temas, na Esalq, APM, Biblioteca, em clínicas, Hospitais, na OAB, em agências de correios, UNIMEP, na praça, no Engenho Central, no Teatro Municipal "Dr. Losso Netto", Clube Coronel Barbosa, Centro Cultural "Martha Watts", no Cemitério Parque da Ressurreição, Casa do Povoador, Shopping Piracicaba entre outros locais onde existe a presença maciça de público.
Nesse Espaço Cultural alternativo circulam diariamente centenas de pessoas pois a loja de conveniência fica aberta 24h.Nas vitrines, paredes e nos vidros, textos natalinos para reflexão

Mensagem para o Amigo Secreto

MENSAGEM PARA O AMIGO SECRETO
Cornélio T. L. Carvalho

Dezembro é um mês mágico.
Sentimo-nos envoltos num clima de cristandade e nasce uma vontade de sermos bons, de nos tornarmos melhores. Uma vontade de expressar, na mais intensa emoção, a alegria de viver.
Viver, não simplesmente estar vivo, mas vivenciar, congratularmo-nos com a família e amigos, em ambiente de amor e paz. Vontade de dizer aos pais, irmãos, aos filhos, aos netos, à companheira, quanto nós os amamos, e como é importante a presença deles em nossa vida.
Sós, isolados, somos nada na infinitude do Universo. Juntos, somos almas, somos sentimentos, somos pessoas.
Que este tempo mágico de Dezembro nos leve à reflexão para o significado do perdão. Perdão para nós mesmos (quem não erra?), perdão àqueles que um dia, voluntária ou involuntariamente, ofendemos.
Perdoar, sinceramente, num ato de profunda oração.
Os amigos secretos: o pessoal do Golp, do Sarau e do Clip; as queridas regentes do Coral e o pessoal da 3ª. Idade do Sesc, o pessoal da Academia de Dança Fama e quantos mais queiram ser. Obrigado! Vocês me ajudaram a crescer.

Convite - Lançamento de livro

É hoje o lançamento do livro "Dinâmica: Um atalho no longo caminho entre a teoria e a prática", da escritora e poetisa Rosaly Ap. Curiacos de Almeida Leme no Centro Cultural e Recreativo Cristóvão Colombo, às 20h.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Escrevendo no Golp - Cassio Negri


Escrevendo no Grupo Oficina Literária
Cassio Camilo Almeida de Negri

Ao redor da mesa, oito pessoas com o objetivo de escrever alguma coisa.
Como há uma semana não se vêem, ao se encontrarem, não param de falar.
Seus pensamentos descontrolados e indisciplinados borboleteiam de assunto em assunto, algumas vezes sem nenhuma relação um com o outro.
Esses pensamentos caóticos seguem-se da tradução comunicativa da voz. Eis então que surge um ecoar de ondas mecânicas sonoras que, ao refletir nas paredes, somadas a muitas cordas vocais vibrando ao mesmo tempo, me fazem lembrar aquele som sem alma das tardes das matinês dominicais.
Já se passaram 90 minutos e é chegada a hora de escrever. Munidos de papel e caneta, as almas resolvem falar. A voz do silêncio domina o ambiente.
Cada um penetra em si mesmo e nem os sons que vêm de fora, tais como buzinas, sino da igreja, etc, conseguem penetrar nessa fortaleza silenciosa formada pelos oito espíritos escritores.
Cabeças baixas, parecendo que estão em transe mediúnico, a caneta corre acelerada pelo papel, falando alto na voz do silêncio.
Essa é a voz do nosso eu real, a alma. Ela falou silenciosamente por 15 minutos.
Isso é o que ficou.

Expor ou não se expor? - Leda Coletti


Expor ou não se expor
Leda Coletti



Há muitas pessoas que não gostam de se expor. Relutam quando convidadas para mostrar seus talentos, quer sejam artísticos, quer intelectuais.
Pessoalmente analiso tal situação, usando a moeda como parâmetro. Há o lado do verso.Por que não colocarmos para os outros, o que temos de bom? Por exemplo: Uma pintura na tela retratando a natureza. Proporciona bem estar para tantas pessoas. No caso do músico:como é relaxante ouvir um instrumento musical, com ou sem acompanhamento de vozes. Chegamos a viajar, recordando belas paisagens ou imaginamos situações de ambientes tranquilos. Transpomos o tempo e espaços. Também isso ocorre ao lermos um livro, poema, crônica,etc. Quantas reflexões, até possíveis soluções para problemas diários, se nos afloram.
Mas, onde fica o reverso da moeda? Ocorre quando o autor da obra, volta-se apenas para objetivos pessoais, envolvendo mais sentimentos egoístas. Isso acontece muito, através de palavras escritas, faladas e cantadas, onde o outro é aniquilado, humilhado. São os que se consideram donos da verdade e, não se importam com o mal que causam. É comum acontecer com colegas do mesmo meio artístico.
Buscar o equilíbrio é um compromisso, que devemos assumir como seres humanos. È verdade, que muitas vezes balançamos e as duas faces da moeda aparecem.Entretanto, tracemos objetivos que visem em primeiro lugar o bem-comum, e, se percebermos que pendemos para o outro lado, tenhamos a hombridade de reconhecer nossas falhas, e a coragem de tentar ao menos, nos corrigir.
Afinal o artista tem por obrigação não apenas ser inteligente, mas ser acima de
tudo, sábio!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Programa JP na Escola - 2009 - 4a Exposição de trabalhos

O Programa JP na Escola estimula nas crianças o gosto pela leitura e a intimidade com o jornal.

A ilimitada criatividade infantil se materializa em maquetes, trabalhos artesanais, montagens, colagens e jornaizinhos montados por elas mesmas.

Dedicadas professoras não medem esforços para extrair dos alunos o que eles têm de melhor.

Danças, interpretação de textos, poesia, tudo é motivação para as crianças.

E a cada ano aumentam as escolas participantes.

Parabéns ao professor Jaime Leitão, coordenador pedagógico, à coordenadora Fernanda Mandro Machado e à Irair Beccari, interlocutora, que não medem esforços para que o projeto cresça sempre mais.

Crianças representam o futuro e é preciso investir nelas para colhermos bons frutos.

Medalha de Mérito Cultural e Cívico conferida pela Sociedade Beneficente Sírio Libanesa de Piracicaba

Alguns momentos do evento Cultural ocorrido no dia 25 de novembro de 2009A composição da mesa tendo o prefeito Municipal Barjas Negri e o Presidente da Sociedade Beneficente Sirio Libanesa Alexandre Sarkis Neder entre outras autoridades
O escritor e poeta Elias Jorge idealizador da Medalha de Mérito Cultural e Cívico da Sociedade Sirio Libanesa

Felisbino de Almeida Leme, da Academia Piracicabana de Letras, foi o mestre de cerimônias da noite

Marly Germano Perecin agradecendo em nome dos homenageados
Marly Germano Perecin, escritora, recebeu a medalha por seus diversos livros como historiadora sobre a história de Piracicaba e Ivana Maria França de Negri, poetisa, por seu trabalho em prol da literatura em PiracicabaO diploma de mérito

Cassio, Ivana e Ana Clara


Homenageados da noite em outras áreas: Antonio Carlos Fioravante , doutor Antonio Carlos Neder, Maestro Egildo Pereira Rizzi, professor Elias Sallum, dr. José Carlos de Moura, Jussara Sansigolo, Mônica Aguiar Corazza Stefani, Mônica Calile Franck e professor Rubens Leite do Canto Braga




quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Ecos do Minarete - Leda Coletti

Ecos do Minarete
Leda Coletti

A comitiva de beduínos se locomovia lentamente sob o sol abrasador. Os camelos pareciam pedir por paradas repousantes.
O silêncio predominava no ambiente. Somente o bater dos cascos na areia morna, nessa hora vespertina; nem ao menos uma leve brisa amainava o calor sufocante.
Mas, eis que de repente, um oásis aparece à frente. Uma minúscula nascente jorra água límpida. E, para completar o milagre, quebrando a quietude da tarde, ouve-se o som melodioso de um mantra que vem do minarete, não muito distante da mina, onde a comitiva parou para reabastecer suas forças e também as dos animais.
É o momento solene da meditação, do encontro espiritual com a própria consciência. Como hipnotizados, os beduínos se prostram de joelhos e contritos oram. Sentem-se inundados por uma luz sobrenatural, e em circulo dançam, louvando a Mãe - Terra, o Irmão Sol, a Irmã Lua e as estrelas.
A noite chega e com ela, o descanso que os corpos requerem.
Ainda é madrugada e, seguindo a direção da estrela maior no firmamento, os beduínos prosseguem a viagem, deixando suas pegadas nas areias do deserto.

Os vãos da vida - Ludovico da Silva


OS VÃOS DA VIDA
Ludovico da Silva

Nas manhãs de sol, saio a perambular pelas ruas da cidade, à procura de amigos, para bate-papos e preencher o vazio ocioso que a vida reserva às pessoas, após tantos anos na lida diária.
Nem sempre esse encontro acontece com a vontade que tenho e com a satisfação que quero. É que o tempo é um padrasto incompreensível. Leva os amigos para bem longe, que ficam no esquecimento ou na saudade.
Procuro nos jardins, nas esquinas, em cada pessoa à minha frente, na calçada do outro lado da rua, nos esbarrões acidentais, na voz que ouço, um rosto conhecido.
Sei que não é fácil.
Os invernos da vida entristecem olhares e sulcam as faces. Mas procuro alguém. Olho pelos lados. Canso-me. Tudo em vão. Os amigos sempre vão.

Prisão de Inocentes - Elda Nympha Cobra Silveira

PRISÃO DE INOCENTES
Elda Nympha Cobra Silveira

É tão bom ficar ao ar livre vendo os passarinhos nos galhos, ou bebericando da água espumante e encachoeirada do riacho, ou fazendo ecoar na imensidão dos bosques o seu belo canto. Observo as garças, lindamente brancas, com suas pernas esguias, apanhando os peixes que passavam. As garças, harmoniosas bailarinas do ar, voavam planando, para depois aterrissarem com graciosa perfeição.
Os pássaros, cada qual com seu canto, soltavam sons ritmados e melodiosos: o bem-te-vi brincava comigo de esconder, mas parecia me vigiar e sempre sabia onde eu estava. Aquele ruído estridente e cadenciado, que mais parecia uma martelada numa bigorna, era o canto especial da araponga, ecoando até não sei onde. E o tiziu chamava quando eu me afastava.
Como é bela a interação dos pássaros com a natureza! Seu cantar é melodioso, seu viver é simples e sua presença é tão natural, que não se pode imaginar que eles não estejam sempre ali. Então, por que empalhá-los, por que calar o seu canto? Para que sua carcaça sirva como um grotesco enfeite? Então, por que prender passarinhos em gaiolas? Para que a privação de liberdade seja um prazer e uma forma de admirá-los? Tenhamos um pouco de compaixão! Prender um passarinho faz com que eles se sintam como presidiários numa cela, olhando através das grades! E quando as gaiolas são levadas para tomar sol, sentirão o mesmo que um preso, tomando banho de sol, no pátio do presídio!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Os pássaros não voltaram mais... - Lino Vitti


(desenho de Geraldo Victorino de França Júnior)


"OS PÁSSAROS NÃO VOLTARAM MAIS!"
Lino Vitti (Príncipe dos Poetas Piracicabanos)

Os meus inteligentes leitores verificarão que o título da crônica de hoje vem colocada entre aspas, por isso sabem tratar-se de algo escrito por mãos alheias, se é que assim posso chamar as hábeis mãos de minha esposa Dorayrthes (esposa de príncipe, princesa é) que durante 30 anos tornaram hábeis as mãozinhas de talvez milhares de crianças, sequiosas de aprender a escrever e contar.
Eis, a seguir, o que a mestra escreveu:
“OS PÁSSAROS NÃO VOLTARAM MAIS
Tudo começou com um punhado de arroz jogado no chão do jardim. Veio um casal de rolinhas, comeram e se foram sei lá para onde!
Esse punhado de arroz jogado ao léu, foi crescendo, crescendo, e aumentando até se tornar cinco quilos de alpiste, mais apreciado por aqueles pássaros.
Assim como os grãos se multiplicaram as rolinhas aumentaram na mesma proporção tão grande chegando a duzentas.
Na belíssima trepadeira repleta de flores lilazes e brancas fizeram elas seus ninhos e ali criaram seus frágeis e pequenos filhotes que esperavam de bicos abertos os alimentos trazidos pelos pais.
Um bico de lacre, assim chamado devido ao seu bico vermelho construiu também seu ninho. Olhando para cima parecia uma bola intrincada de galhos secos em cujo topo uma abertura tão pequena por onde passaria apenas aquele minúsculo pássaro.
Quando o sol começava a desaparecer no horizonte ouvia-se o chamado melancólico da rolinha talvez despedindo-se do astro-rei, deixando vagarosamente a terra. É nessa hora que o coração da gente se tornava apertado evocando talvez algum ente querido longe dali,
Os bentevis não se fizeram de rogados. Apareceram como, porque , de onde? Para terror da pobre rolinha querendo comer-lhe os filhotes.
O beija-flor vinha bebericar a água fresca e adocicada do reservatório, colocado no galho da árvore.
As roseiras com poucas flores estavam secando devagar.
Os ninhos ficaram vazios. Os pássaros se foram. O silêncio desceu lúgubre sobre aquele lugar.
Chegou o jardineiro e no seu linguajar meio caipira foi logo dizendo: “Oi , dona, é perciso cortá a trepadeira, ela já tem gaios grosso como um bambu. As roseiras tão pedindo uma enxada e a mão forte de um caipira como eu.”
Assim aconteceu. A trepadeira foi ao chão e as roseiras arrancadas daquele lugar onde nasceram, cresceram e deram muitas flores para alegrar o jardim.
O bico de lacre desapareceu. Até os bentevis não vieram mais.
A tristeza tomou conta de tudo, uma solidão desceu sobre aquele pedacinho de chão.
O tempo passa e passa tão rápido que não se sente passar. Dois esses já se foram.
Para nossa alegria a trepadeira já está brotando. Seus galhos em riste, parecem querer alçar ao céu. Galhos com muitas folhas se espalham pelo caramanchão.
Outras flores já abrem suas pétalas amarelas, vermelhas, e as orquídeas brancas exalam seu perfume.
As azaléias começam a encachar nos ramos e duas roseiras novas brotam com vigor.
Um vaso com hortências exibe, desafiando as outras flores, tufos de flores róseas, como que dizendo: estas são as mais lindas flores.
Rolinhas, bicos de lacre, corruíras, beija-flores e até vocês bentevis espero vê-los novamente alegrando o quintal.


sábado, 21 de novembro de 2009

Confraternização do Golp e Cafezinho Literário - 2009







O Grupo Oficina Literária de Piracicaba e o Movimento Médico Paulista do Cafezinho Literário reuniram-se neste sábado, 21 de novembro, para a tradicional confraternização de final de ano na Casa do Médico.

Comes e bebes, leitura de textos e poesias, troca de lembrancinhas e no final, o cafezinho para esquentar ainda mais a reunião!

Alguns flashes do evento festivo


Parte dos presentes

Doutor William e sua Malu

Hummm!!!!!!!

Madalena e Esther


Ana Marly, Isadora, Lurdinha e CornélioFelisbino e Rosaly Ivana, Lurdinha, Isadora e professor Cornélio
Ana Marly lendo seu texto e doutor William compenetradoQue delícia a musse de manga da Elda!!!Cássio e Esther trocando presentes
Amigos secretos: Gisele e Daniel
Ana Marly ganhou um relógio musical! Ana Lúcia e seu amigo secreto, professor Cornélio

Carmen, Lurdinha, Cornélio, Eunice e Cássio

Ano que vem tem mais!