As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

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FOTO DE ALGUNS MEMBROS DO GOLP

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Com o escritor Ignacio Loyola Brandão

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Reunião na Biblioteca

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Confraternização dos grupos literários - RECANTO DOS LIVROS

 Aracy Duarte Ferrari declamando uma poesia
 Contadora de histórias Carmelina de Toledo Piza encantando a todos
 Carmen Pilotto organizando as apresentações
 João Nassif abrindo o evento
 Claudio Costa no acordeon e Rodrigo ao violão abrilhantaram o evento com músicas natalinas
 A presença das crianças trazendo  alegria 
 João Athayde e sua mensagem

 Lourdinha Sodero lendo seu poema
 Madalena Tricânico e suas lindas histórias 
 A despedida do voluntário mais querido do Recanto dos Livros, Tomas Bacchi, que vai morar na Alemanha por um tempo, mas continua a morar nos corações de todos que com ele conviveram 
Vera Nassif, coordenadora do Recanto e sua mensagem

A Grande Alegria


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Alguns dias no Chile

       

Eloah Margoni

      Em adolescente não aprendi direito geografia.  Aliás, nada. Mapas em papel e linhas coloridas ou pretas mostrando estradas, mares ou rios, vistas numa sala de aulas, nunca me disseram bulhufas. Daí a vontade de ir aos locais, para verificar aquilo que as pobres linhas não me podiam mostrar. 
     Digo-lhes que, no passado, para viajar, sem exagero fiz verdadeiras loucuras, considerando-se minha idade à época, a limitada grana que possuía e meu sexo. E mesmo mais recentemente as fiz.
     De tudo isso me lembrava ao sobrevoar os Andes. E  em relação aos Andes em si tenho a dizer da minha decepção . Sempre achei que os picos seriam nevados durante o ano todo... Nos verões, de agora ao menos, não o são. Dar de cara com uma cadeia de montanhas muito áridas, desoladas, era assustador.  Perder-se ali, em qualquer época, há de ser acontecimento mortal.
    Vi rochas absurdamente grandes, antes e depois desta viagem, mas tanta falta de vegetação, tal ausência de plantas e a própria constituição das mesmas confrangiam-me o coração, inspirando medo. Não têm aspecto vulcânico aquelas montanhas e nada semelhante a negras, lisas pedras gigantescas, como as que se veem na Ilha da Madeira ou como numa cidade da Grécia chamada Meteora e em diversos outros lugares. Eram inóspitas ondulações calcárias amareladas, prontas para se deixarem lixiviar devagar, por águas que possam passar por ali, tingindo-as com seus detritos, lembrando-me mesmo, vistas do alto, as corcovas de uma infinidade de camelos imensos, aglomerados, parados, como se não tivessem porque nem para onde ir. Não se parecem nada com os Alpes ou com Apeninos tampouco aqueles montes.
   A aridez confirmou-se ao chegarmos à cidade. Muito baixa umidade do ar, e fazia bastante calor naquela época do ano; era fevereiro.  Acontece que nós mesmos, abominando a secura que tomava conta da região sudeste de nosso país em pleno verão antes chuvoso, não ficamos felizes com isso; mas Santiago em si descortinou-se muito arborizada e bonita. Metrópole de sete milhões de habitantes, porém com uma organização muito diferente das nossas grandes cidades, se bem que simpaticamente poluída, igualmente. Pode-se observar bem isso do alto Cerro de San Cristobal. Dali vê-se uma cortina opaca pairando sobre a cidade.
     Trânsito equacionado, limpeza das ruas amiúde, solicitude das pessoas em geral, certa calma e ordenamento da metrópole, bairros bonitos com fontes pequenas nas esquinas, muitos bancos cuidados nas ruas e em avenidas para que as pessoas possam sentar-se, e transportes públicos abundantes chamam atenção.
    Pela arquitetura apaixonei-me completamente. O lado moderno da cidade mostra arrojo, criatividade, harmonia e beleza.  Fachadas cheias de plantas. Voltei odiando mais do que nunca os feios caixotes, pouco imaginativos que são os prédios por aqui.
     A catedral de Santiago, é preciso mencionar, mostrou-se deslumbrante! Mais bonita do que Santa Maria Maior, que é a segunda igreja mais importante de Roma. E há outra igreja que se deve mencionar, a de São Francisco. Bem antiga essa última, mantendo paredes originais de pedra. E fica numa rua central, bem popular e movimentada.
     Nos arredores da cidade, sempre rodeada pelos Andes, surgem-se aqui e ali vinícolas, nichos de plantações, que são oásis no meio da aridez. O oceano Pacífico, muito agitado por sinal, com seus rochedos onde leões marinhos gritam de modo impressionante não nos deixa indiferentes, nem a famosa cidade de Viña Del Mar, onde se planejou o terrível golpe militar que sacrificou e fez sangrar o país, com a morte de Allende. Também nos afeta a estranha Valparaíso, áspera e nua, onde as queimadas anuais acabam com os arvoredos...  Ainda em Valparaíso, na parte portuária, uma placa adverte: região de tsunamis.

    O espanhol é uma língua que me encanta, possivelmente por se parecer tanto com a nossa. Gostaria de conhecer-lhe as variadas cadências de muitos países das Américas, porém esses países, pobres muitas vezes, com moedas mais fracas ainda que a nossa, têm custo de vida muito caro. De assustar. Então, por essas e outras, a gente, quando pode viajar e optar, nem sempre os escolhe para visitas... Pena (eu acho).

domingo, 6 de dezembro de 2015

PEQUENO PRÍNCIPE


Elda Nympha Cobra Silveira

Quando Antoine Saint-Exupéry, jornalista e piloto francês, escreveu, o livro “O Pequeno Príncipe”,  um ano antes da sua morte na 2ª Guerra em  31 de julho de 1944, não  sabia que seria adotado como um presente para as jovens adolescentes. A obra é aparentemente simples, mas profunda e contém todo o pensamento de Saint-Exupéry. Ele criou personagens plenos de simbolismo como o rei, o contador, o geômetra, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros.
O pequeno príncipe vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e orgulho, (inspirada na moça que o rejeitou) É uma obra que nos mostra uma profunda mudança de valores e como nos equivocamos na avaliação das coisas, das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Entregamo-nos  às nossas preocupações diárias, nos tornando adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que fomos.
Mas a história da vida de Saint-Exupery muitos não sabem. Na prisão, capturado pelo inimigo e condenado à morte no dia seguinte, desesperado, procura um cigarro para se acalmar e depois um isqueiro, que não encontra porque tomaram seus pertences ao encarcerá-lo na masmorra. Pede fogo para o carcereiro e ao acender o cigarro,  o escritor fita os olhos do carcereiro e lhe dá um sorriso. Continuou olhando para o carcereiro e sorrindo, um sorriso doce e terno, numa  mistura de pavor e ansiedade, mas  que abre as prisões da alma. O carcereiro não resistindo, também sorriu e perguntou “Você tem filhos?”Sim”, disse Exupéry, tirando do bolso  as fotos de sua família. Afinal, naquela hora da madrugada, nos derradeiros momentos de sua vida,  precisava conversar para disfarçar sua angustia. De inicio, foi inútil, contudo, quando o homem se voltou para ele, sorriu de volta, fitando-o nos olhos e o sorriso foi correspondido. O carcereiro mostrou as fotos da família dele e disse dos planos que tinha para o futuro, mas Exupéry disse: “que diferença há entre nós... Amanha não estarei mais vivo e não abraçarei nunca mais meus filhos, mas você vai voltar para sua família e poderá abraçá-la. Quando o dia amanhecer já terei sido assassinado!” Nesse momento, as lágrimas correm pelo rosto do piloto  Saint-Exupèry e ele diz  não tem mais planos de futuro para seus filhos, pois não os veria nunca mais. O carcereiro comovido, já se sentindo amigo do prisioneiro, de repente, sem nenhuma palavra, abre a porta do cárcere e o guia pelas ruas tortuosas da Espanha. Assim, Saint-Exupery, cruzando vielas e dobrando esquinas escuras foge em desabalada carreira. Sente a claridade do sol e da esperança e pensa: “Minha vida foi salva por um sorriso.”

Que poder é esse que tem um sorriso para transformar atitudes, minimizar agressões de desafetos,   desarmar rancores e suavizar os desejos do coração vingativo?

sábado, 5 de dezembro de 2015

Rio Doce (in memoriam)


Ivana Maria França de Negri

Era uma vez um rio... Doce, piscoso, de águas límpidas. E um povo que o amava e dele retirava seu sustento: água, peixes, e o utilizava como meio de transporte através de barcos e balsas.
Rodeado de vegetação abundante e rica fauna silvestre, era o orgulho dos povos ribeirinhos.
Mas um dia, uma tragédia de proporções gigantescas se abateu sobre eles. Rompe-se uma das barragens de dejetos de uma mineradora. E a sopa de lama e resíduos poluentes invade casas, igrejas, lojas, rios, nascentes, destruindo o que encontra. Como uma grande boca vomitando lodo e detritos, com sua língua pegajosa grudando em tudo e deixando rastros de destruição. O caldo grosso se locomove por quilômetros. Ninguém consegue deter a massa de lodo. Luta vã tentar contê-la. Animais marinhos, domésticos e silvestres sucumbiram aos milhares. A fauna das matas ciliares foi dizimada.
O pasto virou lama e o gado não pode beber a água barrenta e contaminada.
 Ambientalistas contabilizam que cerca de um trilhão de organismos vivos, incluindo vidas humanas, morreram no desastre.
A água potável passa a ser o bem mais precioso, todos implorando por uma garrafa do líquido cristalino para beber.
O vale colorido torna-se monocromático: tudo marrom, um rio de barro. Barqueiros olham o rio lamacento e lamentam. Lágrimas rolam em seus rostos marcados. O velho rio Doce vai ficar apenas na memória deles. Seus netos só saberão da beleza do Vale através de fotos, imagens e filmes.
Será que um dia esses lugares renascerão das cinzas como a lendária Fênix? Não dá para prever... Mas podemos esperar mais tragédias a longo prazo. Síndromes e doenças diversas, oriundas do contato com metais que estão se infiltrando no solo e poluindo as águas. Ninguém sabe o que podem causar essas substâncias tóxicas, os metais pesados. Só o tempo dirá!
A catástrofe vai caminhando, como uma centopéia, contaminando tudo. E o rio de lodo chega ao mar. O impacto ambiental é incalculável. Mais de 120 nascentes soterradas.
Vale do Rio Doce agora é o Vale da Morte. O cheiro de podridão que emana dos cadáveres insepultos é insuportável. Cidades inteiras foram dizimadas. Viraram  cemitérios de lama.
O que fizestes, Homo Sapiens???
Quem vai recuperar as águas doces? Quem vai trazer de volta à vida os mortos? Quem ressuscitará a rica fauna que abundava nesses locais?
Esse crime não tem perdão!
Que o Criador de todas as coisas tenha piedade de vós no dia do acerto de contas final.

E que o Rio Doce e suas cidades fantasmas “Requiescant in pace”.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A IDADE


Elda Nympha Cobra Silveira


A idade é a somatória dos anos vividos,  simples definição e lógica, mas cada ano acrescentado  se torna mais satisfatório e gratificante. Na época infantil toda criança tem sua graça. É a fase dos por quês, uma fase lúdica onde a imaginação é a tônica para despertar sonhos, muitas vezes pelo faz-de-conta,  que despertam as marionetes e os fantoches  que aparecem na TV. Assim a “Galinha Pintadinha” é cada vez mais, trocada por fatos reais. Mais para frente chegam histórias de príncipes e princesas e o lado romântico é despertado ocupando os sonhos românticos das adolescentes.
O sonho de namorar, casar e ter filhos ainda  permanece nos ideais de qualquer jovem, embora não com a mesma dinâmica de anos atrás, porque hoje o anseio de ter uma carreira de sucesso representa a realização e é a meta de qualquer jovem.
As fases vão sendo ajustadas na idade madura, pois bem ou mal, já se passaram muitas experiências e pode “se dar ao luxo” de devanear sobre o passado. Reciclar  nas recordações os anseios trabalhados ao longo da vida. E parece que o tempo é curto para isso, que esse contar dos anos, não passou.  As lembranças são vívidas e ainda pode-se recordar os amigos do tempo escolar, da época do namoro no portão e de todo romance nele envolvido, até com detalhes, estes configurados como exclusivos, vivenciados com tanta intensidade. Os problemas se diluem com essa volta ao passado e até fantasiam certos momentos de má recordação, mas tudo é desconsiderado, minimizado, pelos efeitos benéficos que emanam das recordações. Chegamos á conclusão que foi benéfico para a energização da realidade e para nosso crescimento espiritual. Sabemos e temos capacidade para fazer um balanço dos prós e contras que se degladiaram em nossa vida.
Cada filho já adulto, com suas características de personalidade, é lembrado. E facilmente misturamos os tempos para que os meninos ou as meninas voltem de nossa lembrança, com tanta facilidade que, mesmo com o tempo vivido,  misturamos numa só realidade filhos, netos e bisnetos como se fossem iguais.
Como é bom perceber características dos parentes se revelando nos mais novos, pela madeira de andar, pelo temperamento, as feições fisionômicas, tendências e preferências. È tão prazeroso deixar sua marca nos seus herdeiros!
Como é prazeroso rir de manias, jeitos de ser, que representavam problemas na época vivida com marido, pais, avós, parentes, porque tudo isso ficou marcado como coisa inesquecível. A tal ponto, que na hora de pegar no pé, o trejeito ou maneirismo é identificado pelo nome daquele que os tinha.
Ao assistirmos um filme de décadas atrás, cheio de romantismo,  vem-nos à mente essa fase de  ilusão onde o sexo não era tão imediato como agora. Os jovens estão perdendo esse envolvimento, que era mais sutil mais refinado. Havia mais respeito pela mulher.
Os filhos por sua vez, pediam a benção dos pais ao irem dormir. Tenho um sobrinho, hoje de cabelos brancos, que ainda pede-me a benção beijando minha mão.
 Educação de berço! Estamos caminhando para o lado permissivo, em nome da evolução de novos costumes, novos valores, dando entrada para condutas perniciosas e problemáticas. A falta de respeito grassa por toda mídia e se estende no nosso cotidiano.
Enfim, a idade nos traz pensamentos envolventes e memórias gratas de um passado. “Recordar é viver.”


terça-feira, 24 de novembro de 2015

NO MUNDO DA CRIANÇA


Lídia Sendin

Tem boneca, sim.
Tem carrinho.
Tem criança sapeca
E um olhar de carinho.
Tem lápis colorido,
Trenzinho e até pião.
Tem colinho querido,
Grudado no coração.
Tem olhar confiante
No caminho apontado
Seguro pra ir adiante
Sabendo ser amparado.

Mas, tem também a criança,
Com olhar vago e tristonho,
Olhando sem esperança
Sem ter futuro, nem sonho.
É triste, mas é verdade,
Nem toda criança é feliz
E anda pela cidade,
Virando do mal, aprendiz.

O que digo ao pequenino,
Pedinte de proteção,
Sem alimento ou ensino,
Que bate no meu portão?
-Seu dinheiro foi roubado,
Correndo de mão em mão,
Em vez de ser aplicado
Em comida e educação.

A Deus rogamos perdão,
Pela pouca capacidade
De escolher para a nação
Homens de honestidade.

Só me resta deixar o pedido
Da pobre criança comum:
-Prendam logo esse bandido
Pra que eu não me torne mais um! 

domingo, 22 de novembro de 2015

Homenagens a Ludovico da Silva

Reunião do GOLP em 2001

 “Poetas não falecem, se esvanecem lentamente, suavemente. E se tornam luz.”
Patricia Neme

 “Homem de humor refinado que escrevia lindas crônicas do cotidiano! Que siga em Paz!”
Carmen Pilotto

“Sem palavras para descrever essa perda. Uma pessoa de imenso valor, mas com muita humildade, que muito fez por Piracicaba e pela cultura. Siga em paz”
Ivana Maria França de Negri


“Foi um grande escritor e dignificou a cultura piracicabana. Descanse em Paz!”
Leda Coletti

“Foi o criador de um sonho que resultou em uma leva enorme de gente que gosta de escrever e no GOLP  encontrou amigos,  estímulo e orientação para crescer!!
Maria Cecília Graner Fessel

“Ele, Ludo, não foi, retornou”
 Lino Vitti

“Uma das maiores expressões do jornalismo esportivo na cidade, criador e cuidador da coluna "Q.G do XV" no Jornal de Piracicaba, em dias de glória do nosso XZão!”
Adolpho Queiroz

“Prestou grande serviço à Literatura e aos costumes em Piracicaba. Deus o guarde!”
 Otacílio Monteiro

“Para quem conheceu o Ludo há 45anos como eu, sabe que Piracicaba perde uma pessoa muito especial. Ja estamos com saudade, Ludo...”
Ésio Antonio Pezzato

“Él va a escribir cosas lindas em La outra vida y em outro lugar”
Angela Reyes Ramirez

“Grande parceiro da sala de redação do J.P. Que o Mestre o receba e o conduza ao seu lugar merecido” .
Noel Lara

“Grande perda para todos nós. Guardarei para sempre as melhores lembranças dos meus primeiros tempos em Piracicaba, quando nas reuniões do Golp, o querido mestre Ludo me acolheu e me honrou com sua agradável companhia. Meus sentimentos à família”
Olga Martins

“Uma grande perda!”
Marisa Bueloni

“Hoje, não posso voltar no tempo da oficina literária. Mas posso fazer um novo começo.
Agradecendo o companheirismo, o carinho e o respeito de um homem de cabelos brancos e de um escutar encantador, Senhor Ludovico”
Carmelina de Toledo Piza

 “Escrevemos muitos contos juntos...”
  Penélope Morena

“Pessoa de caráter ímpar!”
Neusa Molon

Que pena! Mais um sensível que se vai e contribuiu positivamente para Piracicaba”
Eloah Margoni

“Grande perda que nos fará falta no cenário literário pelo seu caráter digno, fineza, presteza e sensibilidade literária. Ficará uma lacuna.”
Elda Nympha Cobra Silveira Lara

 “Perfumada é e sempre será a alma dum escritor...”
Silvia Regina Oliveira

 “Paz eterna Ludovico,grande escritor, ser humano, grata pelas aulas no engenho. Que Deus abra os braços e o acolha com muito carinho”
Antonia Larrubia Segatto

“A literatura piracicabana agradece”
Cornélio Carvalho

Requiescat in pacem”
Irineu Volpato

“Vai deixar muitas saudades...”
Ana Lucia Paterniani

Lamento profundamente pela passagem desse cientista reconhecido pelo meio acadêmico da ESALQ.
Marco Antonio Chuahy

 “Uma grande perda para as Letras Piracicabanas”
Ana Marly de Oliveira Jacobino

“Ludovico além de ser sido um grande jornalista, foi também um grande escritor. Tive oportunidade de conviver com ele numa oficina de textos no Engenho Central em Piracicaba. Grande perda para a cultura piracicabana.
Rogério Viana


"Hoje, não posso volta no tempo da oficina literária. Mas posso fazer um novo começo.
Agradecendo o companheirismo, o carinho e o respeito de um homem de cabelos brancos e de um escutar encantador. Senhor Ludovico"
Carmelina de Toledo Piza


sábado, 21 de novembro de 2015

Oficina do professor Cornélio Carvalho

Carmelina de Toledo Piza, Ivana Negri, Carmen Pilotto, professor Cornélio, Cassio Negri, Leda Coletti, Lourdinha Sodero e Idamis
 Professor Cornélio, Carmelina, Lourdinha e Carmen
 Leda Coletti e Ivana Negri
 E no final da oficina, um pão especial feito pelo professor Cornélio. 
A rosca trançada de leite condensado estava deliciosa!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dia Nacional da Língua Portuguesa (05 de novembro)


Olivaldo Júnior

Portuguesa, ou lusitana,
nossa língua "brasileira"
fez 'Chiquita' ser bacana
e Emilinha, mais faceira.

Eu, que falo como escuto
essa língua à luz da feira,
tiro dela o estado "bruto"
dando a ela voz brejeira.

Caro lusa, companheiro,
vosmecê jamé se engane:
se escutar um brasileiro,

cada estrela no Cruzeiro,
cá do Sul (e em celofane!),
ilumina o mundo inteiro!...

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Homenagem a Ludovico da Silva

Na Gazeta de Piracicaba de 10/11/2015

domingo, 8 de novembro de 2015

Prosa&Verso - especial homenagem a Ludovico da Silva

A Prosa&Verso homenageou Ludovico da Silva, que foi um dos coordenadores da página por 15 anos.
A partir desta semana, Carmen Pilotto, integrante do GOLP, assinará a página junto com Ivana Negri,