As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

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Com o escritor Ignacio Loyola Brandão

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Reunião na Biblioteca

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Oficinas no Golp

(foto - Ana Clara)
O Grupo Oficina Literária de Piracicaba retoma o projeto das oficinas literárias.
A escritora Leda Coletti comandou a primeira que foi muito produtiva.
A próxima oficina será coordenada pela escritora  Carmen Pilotto.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Antonio, o Santo



Olivaldo Júnior

Salve Antonio, o santo!
Sequer sou devoto,
mas atesto o quanto
já lhe deram voto.

Ah! Que doce encanto
ao saber que Antonio,
mesmo sendo um santo,
teve um belo sonho!

Todo o sonho ao santo
consistiu no novo,
no perdão sem pranto
batizando o povo.

Moça em puro espanto
ao saber que Antonio,
mesmo sendo um santo,
faz do “sim” o sonho.

Salve Santo Antonio!
Sequer sou direito,
mas perfeito ao ponto
de louvar seu jeito.


Recordações...



Esther Vacchi Passos

                   A casa onde eu nasci ficava num sítio, feita de tijolos à vista, construída na beira da estrada. Era simples, mas cômoda. Na parede da frente da casa e acima da porta da sala, a data escrita em algarismos romanos, MCMXLVII, comum nas construções da época.
Na entrada do sítio, a porteira marrom de madeira trançada, o caminho de terra batida onde passavam charretes, boiada, que eu ficava olhando junto aos meus sete irmãos. Somente passava o carro que levava as professoras à escola. O Sr. Eugênio era o motorista e um dos poucos que tinha carro no bairro. O sítio, cercado com Pinhão Paraguai, dava frutos que eram usados pela minha mãe para fazer sabão caseiro.   
No jardim, minha mãe Olinda, plantava flores e conversava com elas. No galinheiro, havia muitas galinhas poedeiras e um galo que cantava na madrugada. Ele acordava meu pai Dante que levava frutas no mercadão municipal. As frondosas mangueiras com seus frutos doces, onde as crianças se lambuzavam “até os cotovelos” e também serviam para amarrar o balanço de pneu. O terreiro de tijolos onde secava o café, feijão e milho, servia para brincarmos de pega-pega e pula-corda.
No rancho, próximo ao terreiro de tijolos, havia um poço com água cristalina e o tanque onde a mãe lavava as roupas da família. Guardava ali também a carroça, ferramentas, milho no paiol, frutas, cereais e uma moenda, de onde saía um delicioso caldo de cana caiana no fim de semana. Havia também a cocheira onde ficava o burro e a égua. No domingo meu pai levava os filhos para passear de charrete na casa da Nona Maria e o cão Joli fazia companhia, em cima da charrete.
Na cozinha, o fogão a lenha deixava a comida quentinha e gostosa. Dali saía o tradicional frango caipira com polenta, as sopas “minestrones” e canjas no final de tarde. Minha mãe também fazia bolachinhas de nata, bolo de fubá, crustoles e cufa, regados com chá de erva cidreira.
Que saudade do cheiro da casa, da comida do fogão a lenha, do quintal, dos animais, das frutas, das árvores frondosas, da família e dos pais que já se foram.
Hoje, passo naquele local e sinto um aperto no peito... Quantas recordações ali vividas. Resta apenas um terreno vazio e abandonado. Os anos e momentos ali vividos ficarão guardados para sempre na lembrança e passados de pai para filho e de filhos para netos...                                           

terça-feira, 12 de junho de 2012

ILUSÕES PERDIDAS



(parafraseando Florbela Espanca)
                          Leda Coletti

O que sonhava acontecer na vida,
gozar de grande amor puro, sincero
ficou só na ilusão, mágoa sentida
de relação confusa, sem tempero.

Muita provação tive nesta lida,
ausência de carinho, pouco esmero
em me fazerem ser mulher querida,
ludibriada por falso lero-lero.

Como esperei ansiosa, apaixonada
trocar beijos ardentes, ser amada
por quem amei até em demasia.

Em troca encontrei dor, triste mentira
que me fez muito mal levou-me à ira
por ver à mostra tanta hipocrisia.

domingo, 10 de junho de 2012

Que livro você está lendo?

Armando Alexandre dos Santos é membro da Academia Piracicabana de Letras e  editor da Revista da APL


Estou lendo, ou melhor, estou saboreando com gosto o livro “Magia e poder no Império Romano – A Apologia de Apuleio”, de autoria da minha amiga e professora Semíramis Corsi Silva (Editora Annablume/Fapesp, 2012, 224p.).
Apuleio de Madaura, mais conhecido por sua obra famosa “O asno de ouro”, era um orador e filósofo médio-platônico que vivia no século II d.C. na cidade africana de Oea. Ali se casou com Pudentila, viúva que possuía patrimônio bastante considerável. Terá sido um casamento por amor, ou por interesse, no melhor estilo do popularmente conhecido “golpe do baú”? Isso não fica inteiramente claro, a partir das fontes históricas disponíveis. O fato é que os parentes do primeiro marido de Pudentila moveram um rumoroso processo contra Apuleio, acusando-o de práticas mágicas, conduta criminosa pela legislação do Império. Por trás da acusação de caráter religioso estavam presentes, notoriamente, interesses de tipo econômico e político.
Apuleio, retórico de invejável cultura, habituado às práticas processuais e aos debates jurídicos da época, defendeu-se por meio de sua Apologia, na qual sustentava que as formas de magia de que era acusado nada continham de contrário à lei.
A autora analisa com cuidado o documento produzido por Apuleio, contextualizando-o devidamente e traçando um quadro bem articulado da elite local, com suas práticas culturais e religiosas, com seus hábitos de vida. Trata-se de uma análise muito rica e em extremo interessante, sem embargo do rigor científico e historiográfico.
“É fascinante percebermos que o livro de Semíramis Corsi Silva possui um toque de investigação policial associado com o rigor metodológico da pesquisa histórica”, ressaltou no prefácio da obra a Profa. Margarida Maria de Carvalho, que foi a orientadora de Semíramis no seu mestrado.

De fato, é livro que vale muito a pena ler. Interessa não somente a estudiosos da História, mas ao públicoem geral. Os pedidos podem ser feitos à editora, pelo site www.annablume.com.br



sábado, 9 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012

TRÂNSITO CAÓTICO*



Ludovico da Silva

Dias passados este o JP publicou matéria a respeito do aumento considerável da frota de veículos que passaram a circular na cidade. Uma notícia que revelou a situação econômica por demais auspiciosa da população piracicabana, que passou a investir em um projeto que vem facilitar a vida dos cidadãos, pois nos dias atuais o automóvel deixou de ser uma manifestação de riqueza e sim de utilidade para aqueles que precisam se dirigir às empresas onde trabalham ou mesmo quando necessário a viagens curtas ou longas, com o objetivo de ganhar tempo e resolver problemas particulares ou, vá lá, em passeios com a família. Até aí tudo bem, porque é um direito que têm para facilitar a vida.
Entretanto, há um pormenor a se considerar em relação ao problema que se transformou o trânsito na cidade. Será que todos os cidadãos que pegam o volante e saem a dirigir estão devidamente preparados à tarefa que os levou a portar a carteira de habilitação? Não parece pelo que se vê no que acontece pelas ruas da cidade, pois uma simples observação pode reunir uma série de irregularidades que compromete melhor fluxo de veículos e denota irresponsabilidade de condutores.
Uma pequena listagem: paradas em faixas proibidas não são novidades, não bastassem aquelas que ocorrem para a descida de passageiros ou mesmo para uma chegada rápida a um estabelecimento de crédito; veículos estacionados sobre calçadas, que prejudicam a vida de pedestres, obrigados a se deslocar até mesmo para o espaço carroçável, correndo o risco de sofrer acidentes; avanços nas sinalizações dos semáforos, não poucas vezes provocando choques de veículos com danos materiais e físicos; ultrapassagens perigosas, sem qualquer respeito àqueles que vão à frente, obrigando estes a manobras arriscadas em defesa de sua integridade física e danos materiais; desconsideração ao direito de terceiros, que dirigem com responsabilidade e cautela e que acabam mesmo ouvindo palavrões e gestos irônicos; desrespeito às sinalizações aéreas e de solo, como se elas não existissem para suas intenções superiores ou maléficas; é inadmissível a ocorrência praticada por não raros motoristas nas esquinas, com as “cortadas” à frente para quem toma o mesmo sentido ou aqueles que seguem em direção reta, obrigando estes a manobras rápidas e arriscadas, com freadas bruscas. E os que abrem a porta dos veículos completamente alheios à movimentação intensa do seu lado? Não se admite que motoristas com um mínimo de competência e responsabilidade cometa tais abusos no trânsito.
Pera aí. Há uma enorme carga de obrigações direcionadas, também, aos pedestres, que deixam de cumprir as mais comezinhas obediências no respeito às leis do trânsito. Não são poucos aqueles que deixam de atravessar nas faixas que lhes são determinadas, preferindo fazê-lo no meio das ruas, da mesma maneira quando os semáforos lhes estão fechados, sem qualquer atenção à aproximação de um veículo. Ainda mais, ofendem motoristas com palavras de baixo calão ou lhes olham ironicamente como se estivessem cobertos de razão. Se todos dividissem as responsabilidades muitos acidentes seriam evitados, físicos, materiais e até vidas.
Por isso e por muito mais o trânsito piracicabano se torna cada vez mais complicado. Já não se trata apenas de fiscalização rigorosa, mas sim da conscientização de todos ao respeito das leis, com direitos, mas, sobretudo, deveres.    

*Crônica publicada no Jornal de Piracicaba de 03/06/2012
*Publicada no jornal A Tribuna Piracicabana em 07/06/2012

terça-feira, 5 de junho de 2012

Painel do GOLP na Biblioteca Municipal de Piracicaba

A Biblioteca Municipal de Piracicaba cedeu um espaço para divulgação de textos e eventos do GOLP (Grupo Oficina Literária de Piracicaba)
Os trabalhos serão trocados e atualizados a cada duas semanas

segunda-feira, 4 de junho de 2012

INSTANTÂNEOS DA NATUREZA

Leda Coletti
              
          A orquestra dos trovões e faíscas elétricas, ora atingia sons graves e lentos, ora agudos e rápidos. As artistas nuvens se preparavam para entrar em cena. Ansiosas, davam os últimos retoques, fazendo alongamento e já ensaiando passos mais impetuosos, movimentando seus trajes cinzentos, os quais em alguns momentos ficavam azuis escuros, quase negros. E o esperado momento aconteceu. A cortina do céu se abriu e elas exibiram a mais bela dança, a chuva, que refrescou toda terra.

sábado, 2 de junho de 2012

Que livro você está lendo?*


Cássio Camilo Almeida de Negri é médico e integra o Grupo Oficina Literária de Piracicaba e a Academia Piracicabana de Letras 

Estou lendo o livro JUDAS E JESUS – Duas faces de uma única revelação, da Editora VOZES – 190 páginas.
O autor, Jean-Yves Leloup, estudou minuciosamente textos apócrifos (evangelhos antigos, não aceitos pela Igreja), inclusive o codex copta, conhecido como o Evangelho de Judas, e concluiu que Judas teria algo mais a mostrar do que simples falha inerente à humanidade.
O livro apresenta uma reintrepretação radical do relacionamento entre Judas e Jesus.
Judas foi figura chave na história da crucificação de Jesus que persuadiu Judas a representar o papel do “Mal” na humanidade e sem ele, Jesus não atingiria o Cristo, realizando o plano de Deus.
No entanto, para entender essa bela missão de Judas, temos que entender as entrelinhas do fato, e isso não é para qualquer um, apenas para os que olham na consciência do Cristo que vive em cada um de nós.


* Entrevista concedida à coluna Prosa & Verso do jornal A Tribuna Piracicabana em 02/06/2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

TROVA


ilustração de Marcel Melfi


Olivaldo Junior


Nem de nylon, nem de aço:
tuas cordas, violão,
são de nada quando abraço
toda a nossa solidão.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bendições







Marisa Bueloni


       Bendito seja o amor. Todo amor. O amor que salva e é solidário. O amor que promove a cura, que transpõe barreiras e preconceitos, e chega onde ninguém havia estado antes. O amor que une famílias, que une almas e corpos. O amor que exige bondade, entendimento, afeto, perdão.
Bendito seja Deus nos Seus anjos e nos Seus santos. Desde menina, ouço esta frase que soa tão majestosa. Vislumbro o Senhor sentado num trono de glória, resplandecendo o fulgor do Seu poder.
Bendita seja a água. A bênção de abrir a torneira e o milagre de tê-la em nossa casa. Fazer um café começa com a abençoada água fervendo no fogão. Um piso lavado e limpo se deve a esta preciosidade. E que banho se toma sem ela?
Bendita seja toda luz. A luz solar que incendeia nossa existência diária. A luz da lâmpada elétrica. A luz da Palavra que dissipa as trevas. A luz de quem sabe ser luz, sempre.
Bendita seja a paciência. Santa Tereza d´Avila dizia que a paciência tudo alcança e que tudo passa. Só Deus basta. Então, bendita seja a nossa cruz diária, uma vez que temos de carregá-la, pois ela nos leva ao prêmio eterno.
Bendito seja o pão de cada dia, o pão da nossa mesa. Eu amo o pão. Há momentos em que não posso olhar para o pão sem que lágrimas escapem dos meus olhos. Pão me faz chorar. Não sei por quê. Bendito seja o pão de cada mesa!
Bendita seja a nossa casa. O lar para o qual nos refugiamos, em busca de repouso, de aconchego e de paz! Bendita a nossa cama sagrada, nosso travesseiro cúmplice, as cobertas quentinhas para as noites de frio – as orações ditas na vigília do sono...
Bendita seja a experiência. Ah, que bela é. Conhecer o caminho das pedras e pular etapas de fogo porque se conhece a essência, o trajeto e o mecanismo de algumas coisas importantes e essenciais para a vida.
Benditas sejam as mães. Estas criaturas feitas de um material extraterreno. As mães, incansáveis guardiãs das noites orvalhadas de sono e zelo.
Bendita seja a alegria! Ela faz de nós os palhaços e bobos necessários a um mundo triste e agonizante. Ria, se você sente a alegria, se a vida é bela. Leve seu sorriso e seu entusiasmo aos que sofrem. Seja para eles a esperança que talvez perderam.      
Bendita seja uma igreja, um templo de oração e exercício de espiritualidade, lugar de silêncio e meditação. Que bom poder adentrar num destes santuários, no meio da tarde, e parar um pouco o ritmo frenético em que mergulhamos nos últimos tempos. Que bom.
Benditos sejam o computador, a internet e a tecnologia assombrosa que nos põem em contato simultâneo com o mundo todo. Há algo de fantástico ao nosso redor, além das redes sociais, e que é preciso enxergar. Benditos sejam os que fazem uso de tudo como se não o fizessem. Sem perder a ternura.
Bendita seja a saúde. A respiração transparente, inaudível e preciosa. Os pulmões limpos e saudáveis, a sorver o aroma de todas as coisas criadas. Uma romã partida ao meio; a madeira fresca e olorosa; um sabonete de erva-doce.  Dirigir nosso carro em segurança, caminhar, tomar um café, estender as mãos a quem precisa. Levar conforto e carinho. Amar e abraçar. Beijar. Ah, Deus Pai! Bendita seja a saúde.
Bendita seja a inteligência. Benditos os talentosos, os encantadores de almas e mentes, porque estão num patamar acima e orientam os sonhos. São os planadores das descobertas, as rotas condoreiras de todas as altitudes. Benditos os inteligentes.
Benditos o amor e a caridade. O que seria de nós sem a capacidade de amar, de transigir, de ser paciente e tolerante – e de perdoar? Benditos os generosos, os ricos em misericórdia, bondade e compaixão. Bendito os que amam porque entendem que, sem amor, não existe vida.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

CONTÁGIO




                             Dirce Ramos de Lima

    Não tirem meus sonhos,
        minha ilusão , minha esperança!
   O sangue que corre em minhas veias
     é um velho palhaço que
         ainda pula e dança!
   Ah! Coração saltitante de paixão!
   Veja como é linda a vida!
  Deixem-me compartilhar da inocência das crianças,
  e contagiar-me dessa fragilidade
         que tudo pode,
         que tudo quer
         e tudo alcança!

terça-feira, 29 de maio de 2012

FORMANDO JOVENS COM INTELIGÊNCIA



     Mayara Lisboa
 ( 2º ano EM – Colégio Salesiano Assunção- aulas de redação da profª Christina A. Negro Silva)

            Os jovens estão se tornando cada vez menos reflexivos, pois atualmente parece ser mais interessante se apresentar ao grupo como tendo menos cultura e mais esperteza. Os heróis atuais são aqueles que demonstram ao público que conseguem atingir seus objetivos sem precisar dedicar muito de seu tempo aos estudos.
            Para que estudar quando se conhece um Neymar que pouco estudou e é milionário, ou um ex-presidente do país que fez supletivo ou para que analisar as profundas letras de Gil ou Caetano, quando a “humilde residência” do Michel Teló caiu no gosto de todo Brasil ? Os programas de TV e as celebridades que neles se apresentam acabam indicando, de forma intencional ou não, que o sucesso mais interessante não é o acadêmico.
            Os jovens precisam se desfazer da imagem que possuem dos alunos estudiosos e que tiram boas notas, como se todos eles fossem “nerds”,  chatos, que sabem tudo e não socializam nada. Quando isso acontecer os chamados “folgados” não serão mais o centro das atenções e nem se tornarão grandes lideranças para o grupo.
            Para escola ter a mínima chance de mudar esse jogo precisa jogar com uma equipe melhor preparada, ou seja, precisa ter professores “antenados”, que organizem palestras, usem tecnologias a favor da educação, preparem atividades práticas, comentem trechos literários, manchetes e artigos de jornais ou assistam aos programas que os jovens assistem para estimulá-los  ao estudo prazeroso, às curiosidades pelos vários assuntos e que  mostrem diariamente que é possível ser estudioso, inteligente e ,ao mesmo tempo, popular e engraçado.
            Contudo, os responsáveis pelas políticas públicas da Educação e a sociedade civil devem dar sua parcela de contribuição para a melhoria das escolas, pois para termos professores como os citados é preciso mais investimentos em Educação, em propagandas em favor dos estudos e na formação de jovens conscientes.