As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

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Com o escritor Ignacio Loyola Brandão

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Reunião na Biblioteca

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Concurso FALANDO de TROVA


Participe do Concurso Falando de Trova

Cx Postal 1012 - Pindamonhangada SP



http://www.falandodetrova.com.br/site/Iconcursofalandodetrova




quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Madrugada

Madrugada
Carmen Maria da S. F. Pilotto

O banho dos raios de luar limpou sua alma das impurezas da sordidez humana. Renovada suspirou e recostou-se para o sono dos justos.

Morte, mistério da vida!

Morte, mistério da vida!
Leda Coletti

No dia em que escrevi a crônica para os amigos que se foram desse plano terrestre, o fiz sentindo uma saudade gostosa de todos, que me infundiu muita paz interior. Deve ser a irradiação do novo mundo em que vivem, continuação deste e com certeza bem melhor.
Quando algo triste acontece para nós, dizemos que tudo vai passar: “ Deus fecha uma porta, mas abre uma janela”. De fato, dia após dia sentimos nas mínimas ações o mistério da Vida. Não posso e nem penso que esta vai acabar, pois acredito na sua continuidade; sinto que uma etapa nova vai surgir, para o nosso crescimento pessoal em todos os sentidos.
Certa vez, escrevendo como desejaria o meu céu, referi-me ao desejo dele ter só irmãos que se amem, sem medo de confessar e testemunhar esse sentimento tão bonito.É assim que penso sobre os queridos parentes, amigos que nos antecederam. Imagino-os fazendo o que mais gostavam: meu pai tocando seu violão, Maria crochetando e costurando para os novos companheiros, meus nonos e avós contando suas histórias. Talvez haja atividades desconhecidas para nós mortais e até mais prazerosas. É tudo tão misterioso, tão desconhecido!
Escrevi uma mensagem no meu livro” 366 Reflexões do dia-a-dia, a qual resume o significado de morte para nós cristãos : “ Morte: sinônimo de Vida, se aceitamos o Mistério do Amor!”
Mesmo que seja diminuta nossa fé, vivemos felizes e prontos para servir o próximo, pois assim a cadeia não irá se soltar. Ao contrário, os elos se solidificarão e poderemos gozar intensamente as delícias do Reino de Deus, desde já. Mas, acredito, será no final da travessia nesse Planeta, que a Verdadeira e Plena Vida acontecerá!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O milagre dos gatos do Cemitério

O milagre dos gatos do cemitério
Ivana Maria França de Negri

Como fazia todas as tardes de terça-feira, encaminhou-se ao cemitério para “visitar” seus entes queridos. Sabia muito bem que eles não se encontravam sob os túmulos, apenas seus restos mortais, mas mesmo assim, gostava da paz e tranquilidade daquele lugar solene e arborizado, longe do barulho e do corre-corre da cidade.
Quase nunca trazia flores. As que ofertava a seus mortos eram ramalhetes espirituais. Por certo eles não necessitavam de prendas materiais e deveriam apreciar muito as braçadas de flores que trazia em pensamento, perfumadas com seu amor.
Preferia passar numa loja ali perto e gastar o dinheiro das flores em pacotes de ração para gatos e distribuir aos muitos animais abandonados por pessoas desalmadas, naquele cemitério. Estes sim, precisavam de comida para sobreviver. Eram meigos, dóceis e retribuíam o alimento se enroscando nos seus pés carinhosamente.
Ficou muito triste ao saber pela senhorinha que cuidava dos gatos que eles deveriam ser despejados do local por estarem “perturbando”. A quem poderiam incomodar se os habitantes daquele local estavam todos mortos? Quanta maldade e ignorância, meu Deus!
Ao sair, passou pelo túmulo que mais a intrigava. Era muito antigo e ostentava uma escultura magnífica e muito bem talhada de Cristo. O artista, provavelmente um escultor europeu – antigamente as estátuas e mármores eram importados - esculpiu um Cristo pensativo, de olhar duro cujo semblante era sério e acusador. Ela sempre tentava decifrar o que diziam aqueles olhos inquiridores naquela fisionomia grave.
Naquela tarde, porém, uma cena inusitada chamou-lhe a atenção: no colo pétreo do Cristo sentado, entre os drapeados de suas vestes, dormiam dois gatinhos filhotes abraçadinhos, em seu rom-rom peculiar, sem se darem conta que estavam em colo sagrado. Na sua inocente irracionalidade, e sem pressentir os riscos que corriam de serem capturados e mortos, dormiam tranqüilamente, sem noção do espetáculo que compunham.
Desejou ardentemente ter uma máquina fotográfica em mãos para flagrar aquele momento mágico a fim de eternizá-lo.
Nesse instante, levantou os olhos e olhou para o semblante de Cristo, que tantas vezes fitara e tivera medo.
Sua fisionomia estava serena e ostentava um maravilhoso sorriso
...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Cemitério da Saudade

CEMITÉRIO DA SAUDADE
Ruth Carvalho Lima de Assunção

Os traumas, inquietações, momentos inspiradores e sonhos vão continuamente, como num filme, desfilando em imagens que sustentam o dia a dia do ser vivente.
Um cotidiano de rotinas se desenrolando e fazendo da vida aquela colcha de retalhos de cores vivas e acariciantes, e muitas vezes exaltando o negror das desventuras e frustrações. Os artifícios da mente humana vão se valendo dos recursos artísticos, no gerar um ganho onipresente, na instalação do mistério do olhar.
Os corpos dos heróis da Grécia Clássica não poderiam ser sepultados sem uma mortalha, sem o sudário. Uma homenagem singela aos seus homens ilustres.
Em nosso outono as folhas secas atapetam ruas e jardins. Já se prenuncia a próxima estação, que virá depois dos casacos e cobertores. Mas retornará cheia de encantos em suas múltiplas tonalidades, tornando o brilho do olhar mais intenso.
Um lindo sol resplandece, a bola de fogo surge iluminando um novo dia, um novo renascer. O mesmo Pai Nosso, nas inquietações de cada dia, que levantam questionamentos, que aprofundam novos conceitos.
O cemitério se desloca do centro da urbe e vai ocupar o alto da colina, tornando-se um monumento em destaque, na preservação da memória Piracicabana.
Numa dessas manhãs de sol abro o jornal, e nos Serviços Funerários deparo com a notícia do falecimento de uma ex-professora de História, Irmã Margarida. Reporto-me aos tempos de estudante e vou me lembrando de suas lições admiráveis, o conteúdo de suas histórias sobre o crescimento da cidade, com suas mudanças e seu desenvolvimento.
Um dos temas de seus enfoques foi o toque estético dado ao Portal de Entrada do Cemitério. Em suas palavras “ao arquiteto Serafim Corso e ao construtor Carlos Zanota coube a responsabilidade de assinarem o projeto do portal de entrada, destaque aos anjos em relevo.
O local transformou-se em cemitério público em 1872, tendo anteriormente servido de espaço para que os protestantes enterrassem seus mortos. A instalação do portal foi proposta em 1906 e pode ter sido no postal do cemitério de Gênova, construção de caráter monumental.
O portal foi trazido da Alemanha e a epígrafe foi pintada pelo pintor piracicabano, Joca Adâmoli.
Irmã Margarida baixa à sua última morada na terra, quase ao findar do dia. Nós, amigos, parentes e professores nos despedimos e vamos em grupos, percorrendo as ruas, admirando, aprendendo e sentindo o carinho e o zelo com que artistas estrangeiros e filhos da terra cuidaram de nossos heróis, os cidadãos que contribuíram para o desenvolvimento da cidade, no sentido social, artístico e cultural.
E vamos, num constante deslumbrar, olhando os túmulos, obras de arte, que nos foram deixadas por exímios artistas, escultores de outras plagas e da cidade que fizeram de nosso Cemitério da Saudade um recanto de paz, uma exposição a céu aberto.
E vão desfilando à nossa frente os túmulos da família Dutra, artistas plásticos de renome internacional, Benedito Dutra e seu filho Rossini, Fabiano Lozano no encantamento de seus acordes musicais, Erotides de Campos com a magia de sua flauta e sua belas composições, destacando-se a Ave Maria, que encantou o mundo, Prudente de Moraes, o presidente inesquecível, em seu rico mausoléu. E tantos outros personagens ilustres de nossa história.
Artistas da cidade também deram a sua contribuição para perpetuarem nos muros externos do cemitério a sua inspiração, retratando nossas riquezas naturais.
Um eterno gozo de eternidade paira no ar, nesse ambiente de paz, respeito e carisma, oferecendo aos visitantes do cemitério-arte um novo olhar aos admiradores da arte e da poesia.

sábado, 30 de outubro de 2010

Festa de Halloween

Festa de Halloween
Ivana Maria França de Negri

Nunca acreditara em bruxaria, entes fantásticos ou fantasmas. Zombava até quando alguém fazia qualquer menção ao sobrenatural, magia ou coisa parecida.
Foi àquela festa com a ideia de que iria apenas divertir-se. Vestiu a fantasia de cetim negro, o chapéu pontudo de abas largas e a saia com fartas camadas de tule lilás. Os sapatinhos de fivela combinavam perfeitamente com o resto da fantasia. Passou o cajal preto fortemente sob os olhos, sombreando-os com profundas olheiras e por último, fez o arremate final com batom cor violeta. Gostou do resultado ao mirar-se no espelho oval do seu quarto. Estava aterrorizantemente bela.
Na festa conheceu um lindo “vampiro”, perfeito cavalheiro, alto, atlético, em trajes negros e vestindo uma capa de um tom escarlate bem forte. Sobressaiam-se os óbvios dentes caninos muito alvos, que pareciam tão reais... Achou-os até atraentes e charmosos. Mas o que a encantou de verdade foram os olhos. Eram grandes, negros e expressivos.
Dançaram a noite inteirinha e por incrível que pareça, não se cansou. Só queria aproveitar aqueles momentos mágicos. Ele quase não conversava e também pouco sorria, mas uma atração inexplicável a fazia ficar ali, como que hipnotizada e presa ao sedutor, que a segurava de maneira sensual, apertando-a contra o peito. Parecia flutuar no salão ao som da música envolvente e suave.
Os outros convidados da reunião já iam embora e a madrugada se findava. Os primeiros raios de sol surgiram tímidos, mas cheios de fulgor. O rapaz retirou-se por instantes e ela ficou aguardando enquanto tomava um café forte que alguém oferecia no final da noitada, pois todos estavam exaustos. Como o moço estava se demorando muito, resolveu procurá-lo. Buscou-o em todos os recintos, mas não o encontrou em lugar algum. Parecia até que havia desaparecido como num passe de mágica. Muito estranho.
Caminhou até a janela para tomar um pouco de ar e viu o vulto de um imenso morcego sobrevoando o local, bem próximo ao parapeito. Por uma fração de segundo encarou o bicho de frente. E o que lhe chamou mais a atenção foram os olhos: grandes, negros e expressivos...

Inauguração da Biblioteca Municipal - Piracicaba

Vista do prédio da nova Biblioteca Municipal "Ricardo Ferraz de Arruda Pinto"
Abertura com discurso do prefeito Barjas Negri e outras autoridades

Vista geral do evento

As quatro autoras Maria Emília, Leda, Carmen e Ivana

Os livros foram distribuídos em sacolas ecológicas para os presentes
Capa do livro Quatro Contos em Quatro Cantos na versão em braille

Capa do livro Gabriel no País dos Pássaros

Leda Coletti autografando o livro Quatro Contos em Quatro Cantos

Carmen Pilotto autografando o livro infantil

Raquel Delvaje autografando seu livro Gabriel no País dos Pássaros

Ivana Negri autografando o livro infantil

Maria Emília Redi autografando

Ivana autografando para os escritores Carla Ceres e Otacílio Monteiro

Ala da Biblioteca Infantil

Livros acondicionados em sacolinhas ecológicas

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A morte


A MORTE
Cornélio T. L. Carvalho


A morte é tão peculiar. Afasta os amigos da gente, sem perguntar.

Outubro

Outubro
Cassio Camilo Almeida de Negri

Fins dos anos sessenta. Parecia que o tempo passava mais lento naquela época.
As tardes corriam preguiçosas, transformando-se em noites calmas.
Quando o sol se escondia, lá estava ela. Tez bem clara, olhos azuis, rosto emoldurado pelos cabelos negros, com perfil de uma deusa grega, em pé, no portão de sua casa.
A separar os dois, apenas uma rua de paralelepípedos, parecendo um rio intransponível.
Todas as tardes, quando havia as trocas dos astros maiores no firmamento, lá estávamos os dois a nos olhar, olhar este, que fazia o meu coração disparar.
Quando a noite chegava, às dissonantes de um assobio da música “Tema de Lara”, uma silhueta espiava por detrás da veneziana, fazendo meu coração feliz.
Nunca mais vi tardes tão lindas, reflexos daqueles olhos azuis.
Ela, com uns doze anos, eu, com dezesseis, e um amor platônico a nos aproximar.
Dois anos se passaram bem lentos, e nós, nas margens daquela rua de paralelepípedos, todas as tardes, nos abraçando através de nossos olhares.
Um dia, porém, o grande “rio” da rua foi vencido.
O tempo continuou a caminhar vagaroso e nossas mãos se tocaram num êxtase de felicidade. Havíamos atingido o paraíso, que se transformou em céu, num dia chuvoso de outubro.
Desde então, as almas gêmeas, fundidas em uma, deram origem a muitas outras almas, num mar de felicidade.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Leilão de Artes na Societá Italiana di Mutuo Soccorso di Piracicaba

A Societá Italiana di Mutuo Soccorso di Piracicaba realiza o seu primeiro Leilão de Arte. Confira no site as obras de arte:


domingo, 24 de outubro de 2010

Pra Você

Pra Você
Adenize Maria Costa

A vida é cheia de idas e vindas... Muitas pessoas passam por nós e não é por acaso... Sempre trazem consigo algo para nos acrescentar... É certo que num determinado período a convivência pode tornar-se mais intensa... Quando estudamos juntos ou trabalhamos juntos...
Um dia os caminhos se separarão... É natural que seja assim, a vida não para, o tempo não para...
E cada um vai buscar seu crescimento... Trilhar novos caminhos...
Recentemente aprendi uma definição muito interessante sobre amizade: "A amizade é como arvorear." Todos nós temos nossas próprias raízes, cedo ou tarde, lançaremos nossos galhos, formaremos nossos brotos, cuidaremos de nossas flores e colheremos nossos frutos... Mesmo se “arvoreamos” distante, o importante é que um amigo nos reconheça ao longe e possa a qualquer momento buscar um pouco de conforto em nossas sombras e ou se aninhar em nossos galhos...
Sou uma árvore marcada pela vida, talhada pelos desafios de reflorescer, já enfrentei muitos outonos e passei por algumas primaveras...
Vi muitos amigos, pessoas queridas chegar e partir. Alguns com os quais convivi por determinados períodos, de vez em quando voltam... Muitas vezes me trazem suas flores, seus frutos, outras, trazem os espinhos para que juntos curemos as feridas... isso é que é o bom da vida!
Queridos amigos: os de longe, os de perto, os de sempre, os pra sempre, aqueles com os quais troco e-mail diariamente e aqueles de “de vez em quando”, a todos sem exceção: Minha "pequena-grande árvore "... se um dia precisar de sombra... de uma boa conversa... dividir suas alegrias e suas tristezas estarei sempre aqui, de galhos, quero dizer, de braços abertos pra você !

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Oficina Literária na Semana da Criança

Na semana da criança as escritoras Leda Coletti e Raquel Delvaje deram uma oficina literária e distribuíram livros para alunos da Escola Benedita Penezi (Piracicaba)
Raquel Delvaje declamando poesias
A diretora Roseli com alunos que declamaram poesias

Alunos da Escola Benedita Penezi
Leda Coletti contando histórias para as crianças

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Convite - Inauguração da Biblioteca


Biblioteca Pública Ricardo Ferraz de Arruda Pinto - Piracicaba

Vozes e...vozes


Vozes e ... Vozes
(palavras dedicadas a um grande amigo)
Dirce Ramos de Lima

Ah! Se você soubesse... Existem vozes e vozes e todos temos a nossa sensibilidade e receptividade para cada tipo de voz.
Nem imagina quanto podemos dizer dessas vozes todas que ouvimos diariamente nas ruas, no comércio, nas conversas, nos rádios, na TV.
Algumas doem e fugimos, algumas atraem e seduzem, outras pacificam e confortam.
Engraçado! Algumas pessoas são cara e voz tão ajustadas, que não sabemos o que surgiu primeiro: a pessoa ou sua fala. Outros são tão contraditórios que parecem implante: pegaram a cara de um e botaram a voz de outro. Então olho, escuto; escuto, olho. Daí fecho os olhos e percebo o contraste. Coitados!
Algumas vozes são tão honestas que induzem à falsidade. Ninguém pode ser tão honesto assim!
Outras são tão sensuais que não dá pra suportar. Não há sensualidade que resista a tanta apelação: vinte e quatro horas por dia, em qualquer lugar?
E, já notaram que alguns forçam a barra em público. Em particular, mudam tudo, até a voz!
Detesto filmes dublados que, aliás, são os preferidos dos semianalfabetos em geral. Nesses filmes, as vozes são sempre as mesmas; mudam os personagens, o enredo, o mistério e a voz con¬tinua igual. Ah! Droga! Olha aí essa mesma voz me perseguindo em todos os dramas, comédias, romances, etc. Já foi Papa, anjo, mocinho, bandido, assassino; já morreu, ressuscitou, riu, chorou, dormiu, acordou; tramou intrigas, foi herói, virou gay, morreu de Aids; foi médico, paciente, valentão, covarde e nunca mudou de voz. Quem aguenta isso?
De idiomas estrangeiros não entendo nada. Mas ouço a voz e já sei quem é. Eles também forçam, às vêzes. Já viu o Tom Cruise na Missão Impossivel? Impossível acreditar! Aquela voz melosa dando uma de Schwarzenegger... As cenas de paixão, então! Que horror! Não faltou paixão, faltou emoção mesmo! Mas, quando me lembro de quantas vezes tais cenas foram repetidas até serem concluídas, perdoo.
Meu professor de literatura diz que sons e vozes são tão importantes, que gostamos ou detestamos ouvir até o que não entendemos o significado real, ou seja: música erudita, música estrangeira, ruídos estranhos, vozes de animais, etc.
Se após tudo isso ainda me aconselharem trocar sua voz por alguns de seus colegas de trabalho, não me justifiquei nem me expliquei corretamente. É sua a voz que combina comigo; enaltece meu ego e tranquiliza minha alma! Fale... e estarei sempre ouvindo!