As reuniões do Grupo Oficina Literária de Piracicaba são realizadas sempre na primeira quarta-feira do mês, na Biblioteca Municipal das 19h30 às 21h30

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FOTO DE ALGUNS MEMBROS DO GOLP

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Com o escritor Ignacio Loyola Brandão

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Reunião na Biblioteca

quinta-feira, 10 de maio de 2012

MÃE



Silvio Arzolla

Sobre a terra uma luz existe
Que ilumina os corações,
É a nossa mãe querida
Que nos dá sempre guarida


Do despertar até a noite
Está sempre de vigia,
Olhando pelos seus filhos
Com amor e alegria.

Não sabemos oh! Mãe
Como te agradecer
Por tudo que tens feito
E o que ainda vais fazer.

Das estrelas tens o brilho
E do sol o calor
Tu és nosso orgulho
Te saudamos com amor.

A MÃE DAS MÃES



Zilmar Ziller Marcos

I

Não  precisa no tempo voltar   
Pra reconhecer que as mais antigas
De suas recordações  queridas
Mostram sua mãe a lhe amar
Sem tréguas,  e não como as amigas
Que outro amor têm em suas vidas.    

II

Para  você, filha, ela doou,
De seu zelo, cuidado e carinho
Desde a infância até a juventude.
Lembre, pecadinhos perdoou    
Depois de pregar um sermãozinho  
Ensinando o valor da virtude.

III

Você viu, com o passar dos anos,
Que a vida de criança acabou
Dando lugar à jovem mulher.
Não mais seus errinhos, mas enganos
Fazem recordar o que ensinou.
E então, seus conselhos você quer.

IV

Continuaria sempre assim,
Você, filha amada, a mãe amando,
Reconhecida e agradecida
 Por ter a benção de um Serafim 
Gerando, cuidando e ensinando
Segredos e mistérios da vida.

V

Mas, então, você tornou-se mãe!
Não de repente, mas lentamente:
Longo período que durou meses.
A linda imagem de sua mãe,
Um anjo protetor tão somente,
Foi solidária todas as vezes

VI

Em que seu temor e insegurança
Pediam o amor de sua presença.
Ela, então, fiel consoladora,
Transmitiu-lhe sua esperança:
“Que Deus, por sua bondade imensa,
Traria criança encantadora”.

 VII

 Ao vê-la,  a criança no regaço
De sua mãe, com tanta meiguice,
Pareceu-lhe ver-se ali nascida.
Com essa visão, o tempo e o espaço
Sumiram, permitindo que visse
Algo maior em  sua mãe querida.

 VIII

 Passou-lhe n’alma algo que, por certo,
A fará ser protetora mãe.
Sentindo o que antes não sabia
Viu em sua mãe, ali tão perto,
Perfeito modelo de mamãe,
Pleno de amor e sabedoria.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Abertas as inscrições para o 12o Prêmio Escriba de Poesias



Estão abertas as inscrições para o 12º Prêmio Escriba de Poesias,
O regulamento está disponível no site: www.biblioteca.piracicaba.sp.gov.br/premioescriba
Os autores do primeiro, do segundo e do terceiro trabalhos classificados, receberão troféu, diploma e respectivamente, os valores de R$ 4.000.00 (quatro mil reais), R$ 3.000.00 (três mil reais) e R$ 2.000.00 (dois mil reais)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

sexta-feira, 4 de maio de 2012

XIV Prêmio Cidadão de Poesia - Regulamento


XV Prêmio Cidadão de Poesia

Concurso do Sinecol oferece prêmios em dinheiro

Inscrições até o dia 15 de maio

Organizador do XV Prêmio Cidadão de Poesia: Otacílio Monteiro


 Mais informações podem ser obtidas pelo fone (19)3451-1271
O regulamento completo encontra-se no site www.sinecol.com.br

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Escritores e os gatos

Truman Capote
 Escritores preferem a companhia dos gatos que são animais silenciosos, calmos e sabem a hora de ficar quietos. A não ser que sejam ainda muito filhotes a gostem de bagunçar.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

SONHOS



Ivana Maria França de Negri

Lá, num compartimento bem escondido, nos recônditos do nosso eu, nos confins da alma, estão guardados os nossos sonhos.
São tantos, grandes ou pequenos, secretos ou de conhecimento de todos, pueris, de amor, de esperança, de melhorar o mundo,  cada um impulsionando nossa vida para frente.
Seguimos confiantes em busca deles, de sua realização. Lutamos por eles, e quando conseguimos alcançá-los, deixam de ser sonhos para se tornarem realidade. Quando isso acontece, partimos em busca de outro sonho, mais distante.
E assim, sucessivamente, a vida vai rolando de sonho em sonho. Alguns podem jamais  se concretizar,  gerando leves ou imensas frustrações.
Dizem que uma pessoa envelhece na medida em que vai deixando de sonhar.
Sem sonhos,  a vida seria bem monótona. Uma sucessão de enfadonhos dias.
Há pessoas que têm uma vida longa, e seguem sempre em busca de realizar novos sonhos. Talvez até levem alguns deles junto, quando partirem para outras dimensões.
Buscar o sonho é buscar Deus, porque Deus é o maior sonho de todos.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

2º CONCURSO de MICROCONTOS de HUMOR de PIRACICABA


Participe do

2o Concurso de Microcontos de Humor


Premiação:
1º lugar R$ 800,00 (oitocentos reais); 2º lugar R$ 500,00 (quinhentos reais) e 3º lugar  R$300,00 (trezentos reais).
As inscrições estarão abertas até dia 21 de Maio de 2012

Informações no site da Biblioteca Municipal:  http://biblioteca.piracicaba.sp.gov.br

sábado, 28 de abril de 2012

EM SILÊNCIO COM A DOR



Raquel Delvaje

Essa dor que me dói todos os dias
Que está nas profundezas de meu ser
Que vem trazendo às bordas, a agonia
E me ensina na lide o que é doer.

Qualquer coisa na vida é o que eu faria
Para essa dor parar de me envolver;
Sonho com o momento que alumia
E toda a luz me tire o escurecer.

Em todo o brilho sinto-me perder
E minha alma mergulha no palor
E a languidez me faz desfalecer.

Oh! Coração magoado e tão contrito
Vou ficando em silêncio com a dor
Até que ela se torne em mim um mito.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

O MUNDO DO FAZ DE CONTA



                                                                       Leda Coletti

Vamos viver por instantes o mundo do faz de conta?
Na verdade todos nós tivemos (será que ainda não o temos?) um real e outro da nossa imaginação, ou talvez, o do desejo de não ser apenas espectador, mas sim participante.
Assim, quando crianças, fazíamos de conta que éramos adultos, brincando de enfeitar com cacos de louça nossas casas, (que nessa hora eram casas de verdade) representávamos papéis de mãe, filha, comadre, vizinha etc.
Quantas vezes contrariávamos nossos pais e nossos bons anjos da guarda, subindo em árvores altas balançando em seus galhos, só para ter o gosto de imaginar que éramos como os passarinhos. Nem ligávamos para os arranhões que ganhávamos, nem para as manchas roxas que marcavam partes expostas do corpo, em consequência dos tombos.
Como era gostoso acompanhar a galinha que chocava os ovos no capão do mato! Quando encontrávamos o ninho, parecia-nos ter encontrado um rico tesouro.
Deixando um pouco de lado as saudosas lembranças, falemos um pouco dos nossos sonhos atuais, os quais poderiam ser reais, se não houvesse o faz de conta, que predomina única e exclusivamente, porque grande parcela da humanidade assim o quer.
Seria tão bom se as crianças marginalizadas tivessem um lar harmonioso, onde seus pais lhe dessem amor e o essencial, para terem uma vida decente e digna.  
Seria maravilhoso se as nações não se digladiassem; que os orientais convivessem como irmãos com os ocidentais e vice-versa; que os irmãos de sangue exercitassem a lição do amor e do perdão...
Enfim, se a ganância, a sede pelo poder cedesse o lugar para a concórdia e a paz, como o mundo seria feliz!

terça-feira, 24 de abril de 2012

segunda-feira, 23 de abril de 2012

MOMENTO MÁGICO


Stefani e os balões

Maria Cecilia Graner Fessel

Os balões coloridos que sobraram da festa da menina estavam lá pendurados, murchando tristemente nas paredes, onde tantos risos e gritos infantis haviam ecoado há pouco. A tarde que terminava ainda exibia aquela luminosidade quase branca que me ofuscava os olhos, o azul do céu decorado com algumas nuvens da cor de  sorvetes de limão em formato de cavalos, cabeças de cão e de gigantes, ou o que mais a imaginação dissesse que eram.
Então a mãe da garotinha, ainda radiante com o aniversário da filha, juntou os balões em duas longas tiras de barbante e correu para a área aberta entre os prédios, perseguida pelas crianças e pelo pai da aniversariante com sua máquina fotográfica.
Corremos para lá também, pois a cena tinha um quê de mágico e irresistível.
Ficamos a nos divertir com os volteios e corridas dos pequenos , arrastando os cordões de bexigas lilazes, azuis, vermelhas, róseas, que saltavam pelo piso, davam súbitos arrancos para o ar, enrolavam-se nos seus braços e pernas em entusiasmada evolução.
 De repente, uma súbita rajada de vento invadiu o local, quase como se tivesse sido atraída pela pura alegria daquele momento e quisesse dele participar. Num rodamoinho, fez os balões girarem em círculos, rolando-os de lá para cá, erguendo-os do chão e logo trazendo-os de volta para colearem como cobras coloridas no solo, levando as crianças a darem pulinhos para não pisar nas bolas meio flutuantes, num prazer intenso e imprevisto .
Mas a lufada de vento logo foi erguendo egoistamente as leves fieiras, de certo para poder brincar sozinha com elas, e acabou arrebatando-as em volteios cada vez mais altos, mais altos, em direção às nuvens salpicadas no anil.
Ficamos então ali quietos, a olhar longamente os balões se elevando e se afastando de nós, querendo assim guardar para sempre,  não apenas aquela cena na memória, mas especialmente a sensação da alegria perfeita  e da pura harmonia que nos uniu naquele instante.

sábado, 21 de abril de 2012

Lançamento do livro de Luzia Stocco - A Colecionadora de Ovos

Aconteceu no dia 20 de abril de 2012 nas dependências do Lao Bar o lançamento do livro A Colecionadora de Ovos de Luzia Stocco, editado pela Patuá.
Muitas apresentações abrilhantaram a noite: teatro, música, dança e declamação, numa bela confraternização entre as diversas modalidades culturais.
(fotos Ivana Negri)

Lili e seu filho representando o Grupo de Poesia  da CAF ( Casa do Amor Fraterno)
Luzia Stocco autografando para Ivana Negri
Raquel e Mayttê, Ruth Lima Assunção, Elda Nympha Cobra Silveira e Leda Coletti

Escritoras Leda Coletti, Lídia Sendin, Raquel Delvaje, Madalena Tricânico e Ana Marly Jacobino prestando homenagem à amiga
Luzia e Ana Clara
A escritora Carla Ceres e seu marido Leroy

Assistindo ao teatro
Bene Giangrossi e Livia Spada divertindo os presentes

Show Musical do Chapeu
Amigos prestigiando o lançamento
Coral se apresentando na noite festiva





sexta-feira, 20 de abril de 2012

Lançamento do livro de Luzia Stocco - hoje no Bar do Lao

Luzia Stocco


A escritora, poetisa e atriz Luzia Stocco lança hoje seu quarto livro, pela editora Patuá, que reúne 12 contos. Com várias atrações, o evento é aberto a todos.
Loca: Rua do Vergueiro 156, centro.