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sábado, 19 de junho de 2010

Mulher, futebol e carro


MULHER – FUTEBOL E CARRO
Plinio Montagner

Os homens não gostam de ver mulher fazer serviços “masculinos”. Carro e futebol, por exemplo.
Essa história de mulher lavar carros, examinar óleo água e pressão dos pneus, é para marido, filho, genro, ou o frentista mesmo. No máximo elas devem saber qual o combustível do veículo. Trocar pneus nem pensar. O carro vai cair do macaco, vai rolar por alguma ribanceira, vai rodar sem motorista. Tudo pode acontecer, e alguém vai morrer ou cair no rio.
Mulher mistura muito as coisas. Quando estão dirigindo, principalmente. Guiar é guiar. É como beber e dirigir. Celular, espelhinho, batom, pensar em assuntos diferentes do ato de dirigir, não dá. Aí não percebem os sinais de trânsito nem os motoqueiros imprudentes.
Mulher tem muito mais a ver com administração da casa, cuidar dos filhos, dos netos, e, por que não, do marido. Fora do lar podem – e devem – trabalhar, mas elas ficam sobrecarregadas porque passam a ser preocupar com muito mais coisas.
Marido não ajuda muito, não são bons em serviços de casa. Marido em casa atrapalha.
As mulheres já deixaram muitos homens desempregados.
E agora, além disso, querem entender de futebol? E até jogar futebol? Desculpem-me, senhoras e senhoritas, estão tirando emprego dos homens também na TV. Apresentadoras, entrevistadoras, comentaristas; mas não sabem a diferença de escanteio e tiro de meta, o que é um ala, um volante, ponta de lança, zagueiro, nem nomes de jogadores.
Tem mulher árbitro, bandeirinhas. CHEGA! Futebol não é a praia delas. Deixem esse assunto para os homens.
Em casa, além de não sentirem nenhuma emoção de verdade por futebol, atrapalham demais a gente. Ficam naquele passa-passa na frente da TV, sempre na hora do gol. Elas deviam visitar a mãe ou irem ao shopping nessa hora.
As mulheres estão “se achando muito”... e estão copiam tudo dos homens.
Andam de bicicleta, pilotam motos, cavalgam, lutam box, participam de corrida de carros. Algumas ousam até dirigir caminhões, carretas, ônibus, maquinistas (de trens), pilotar aviões a jato. Arre! Chega!
Mas não param aí. Delegadas! Revólveres na cintura e na bolsa, enfrentando bandidos.
Estamos ficando para trás mesmo.
O jeito é aprender a fazer compras da casa, cozinhar, lavar e passar, trocar fraldas. Mas, alguém conhece um homem (normal) que faz isso? Que faz tortas deliciosas, pudins, bolos e limpam casa?
Ora, os homens não se metem em coisas de mulher.
Quando crianças e adolescentes tinham medo de cigarras e borboletas, agora, perseguem bandidos e caminhões?
Sumiram as mulheres bordadeiras, cozinheiras, doceiras, copeiras, arrumadeiras, camareiras, lavadeiras.
É verdade, seria mais adequado se as mulheres se relacionassem com escola, magistério, balé, dança, teatro, cinema, culinária, literatura, filosofia, ciências exatas, medicina, odontologia, fisioterapia... Vejam quantas áreas elas podem abraçar. São tantas as escritoras famosas, médicas, juízas, promotoras, artistas plásticas, arquitetas, físicas, biólogas etc.
Deixem o futebol e a direção de veículos para os homens.
Os filhos andam agora meio perdidos.
- Bruna, sua mãe está?
- Num sei... Acho que ela foi jogar bola.
-E seu pai?
-Tá passando roupa!
(Brincadeira...)

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